quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Os maiores roubos da memória Histórica no mundo:

Apaixonados pela história, caríssimos:

Você sabia que boa parta da História dos Incas, Grécia e Egito está nas mãos de americanos, ingleses, franceses e alemães? Confira comigo algumas apropriações indevidas (atenção: é um eufemismo, foi roubo mesmo!):

 Divulgação
O tesouro inca de Machu Picchu 
Reclamante: Peru 
Detentor: Universidade Yale 
Machu Picchu foi achada, em 1911, pelo americano Hiram Bingham. Patrocinado pela National Geographic Society, Bingham coletou 40 mil peças, como esta faca de ouro. A coleção está até hoje na Universidade Yale
 Divulgação
Os mármores de Elgin 
Reclamante: Grécia 
Detentor: Museu Britânico 
Em 1812, lorde Elgin, o cônsul inglês em Constantinopla, retirou os frisos do Parthenon, de Atenas. Levou-os para Londres. A Grécia exige seu retorno desde 1890
Jan Bauer
O tesouro de Príamo 
Reclamante: Alemanha 
Detentor: Museu Pushkin 
O alemão Heinrich Schliemann achou um tesouro em Troia, em 1873 (à esq., exibido por sua mulher) e o vendeu ao Museu Imperial, em Berlim. Em 1945, as joias foram saqueadas pelos soviéticos
Graham Barclay
A pedra de Rosetta 
Reclamante: Egito 
Detentor: Museu Britânico 
A pedra foi achada em 1799, na campanha de Napoleão no Egito. Com a derrota francesa, os ingleses ficaram com a pedra. Ela serviu para decifrar os hieróglifos do Antigo Egito
Stephanie Pilick
O busto de Nefertiti
Reclamante: Egito 
Detentor: Altes Museum 
O busto de 3.400 anos da mulher do faraó Akhenaton foi achado pelo alemão Ludwig Borchardt, em 1912, nas escavações de Amarna. Está em Berlim. Para o Egito, o busto foi contrabandeado
Patrick Baz
O Obelisco de Luxor
Reclamante: Egito 
Detentor: França 
O obelisco de 23 metros e 3.300 anos ficava na entrada do templo da antiga Tebas, atual Luxor. Foi dado pelo império otomano à França, em 1831. O obelisco foi instalado na Place de La Concorde, em Paris, em 1836

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