<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119</id><updated>2012-02-16T18:45:12.829-08:00</updated><title type='text'>Tradições de Minas Gerais</title><subtitle type='html'>árvore genealógica de minha família, costumes, tradições, folclore, raças, e culinária de Minas Gerais.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-2755500942095360420</id><published>2011-10-31T09:30:00.000-07:00</published><updated>2011-10-31T09:40:57.267-07:00</updated><title type='text'>Aquedutos na História do Brasil</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-USXsoSbb-k4/Tq7OKr1_4gI/AAAAAAAACNA/RiriP6L8urk/s1600/aquedutocatasaltas.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 208px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-USXsoSbb-k4/Tq7OKr1_4gI/AAAAAAAACNA/RiriP6L8urk/s320/aquedutocatasaltas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5669695663869256194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A condução de água desde a fonte até os lugares em que são utilizadas tem sido uma das constantes necessidades na história dos núcleos populacionais. Esse tipo de transporte já foi feito de várias formas. Quando as condições do terreno o permitiam, abriam-se canais e regos, mas para beneficiar vales e desníveis profundos era necessário recorrer ao aqueduto, construção com estrutura bem peculiar, que se manteve até épocas relativamente recentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um aqueduto é um canal artificial que, destinado à condução de água, pode ser subterrâneo ou a céu aberto. Apesar de seu caráter evidentemente funcional, ligado ao abastecimento de água, os aquedutos da antiguidade, construídos pelos gregos e especialmente pelos romanos, passaram a constituir um exemplo básico da arquitetura e sua forma de construção clássica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água fluí das cisternas por tubos tanto para casas particulares quanto para pontos de distribuição públicos. As &lt;strong&gt;fontes&lt;/strong&gt;   serviam para fins decorativos e funcionais. Desde então, as pessoas   podiam levar seus baldes até a fonte para coletar água. As cisternas   garantiam a altura necessária para elevar a pressão na água e irrigar a   fonte. De acordo com a engenharia moderna, 30,5 cm de altura geram 200  gramas de pressão d´água por polegada  quadrada (psi), assim a cisterna  não precisa estar em um lugar muito  alto para gerar pressão suficiente e  dar um aspecto razoável à fonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a mais remota a&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-o9zBqI79E90/Tq7OTvfBc8I/AAAAAAAACNM/-F5_DRQtoVg/s1600/aqueduto.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-o9zBqI79E90/Tq7OTvfBc8I/AAAAAAAACNM/-F5_DRQtoVg/s320/aqueduto.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5669695819465454530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ntiguidade se tem notícia de edificações destinadas à condução de águas, suportadas por estruturas de pilastras ou de arcos. É o caso do aqueduto de Senaqueribe, construído pelos assírios por volta do século VII a.C., que abastecia a cidade de Nínive. As obras de condução de água que alcançaram maiores dimensões e importância arquitetônica foram as realizadas pelos romanos. A capital do império dispunha de um sistema de canalizações de que faziam parte até 11 aquedutos, que permitiam o transporte de água a distâncias superiores a noventa quilômetros. Também na França, na Espanha, no norte da África e na Anatólia os romanos mostraram sua habilidade na construção desse tipo de edificação: cabe citar, por exemplo, o aqueduto sobre o Gard, nas proximidades da cidade francesa de Nímes, o de Segóvia, na Espanha, e o de Éfeso, na Turquia, todos até hoje em excelentes condições de conservação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na história do Brasil, foram raros os exemplares de aquedutos. No Rio de Janeiro ergueu-se, entre 1744 e 1750, o aqueduto dos Arcos, que trazia água de Santa Teresa para o morro de Santo Antônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-WQtYard1Dp0/Tq7Pbvr7wyI/AAAAAAAACNY/7SjUG5PF9G0/s1600/bicame.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-WQtYard1Dp0/Tq7Pbvr7wyI/AAAAAAAACNY/7SjUG5PF9G0/s320/bicame.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5669697056470188834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No município de Catas Altas, ainda existem ruínas daquele que foi o mais  expressivo aqueduto construído nas Minas Gerais Colonial: o Aqueduto  Quebra-Ossos. Construído por escravos, partia do sopé da Serra do  Caraça e, originalmente, estendendia-se por quase 40 km. O Quebra-Ossos  foi concluído no início do da última década do séc. XVIII e foi  utilizado para conduzir grande quantidade de água para a lavagem do  minério aurífero.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-2755500942095360420?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/2755500942095360420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/10/conducao-de-agua-desde-fonte-ate-os.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/2755500942095360420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/2755500942095360420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/10/conducao-de-agua-desde-fonte-ate-os.html' title='Aquedutos na História do Brasil'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-USXsoSbb-k4/Tq7OKr1_4gI/AAAAAAAACNA/RiriP6L8urk/s72-c/aquedutocatasaltas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-5375268784070000375</id><published>2011-10-04T05:37:00.000-07:00</published><updated>2011-10-04T05:56:18.685-07:00</updated><title type='text'>Universidade Federal de Juiz de Fora aparece em 95º lugar das melhores Universidades da América Latina</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-_2Anvt8tdwU/TosCZqnlEuI/AAAAAAAACAQ/n-3G9cgVSxg/s1600/ufjf-universidade-federal.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-_2Anvt8tdwU/TosCZqnlEuI/AAAAAAAACAQ/n-3G9cgVSxg/s320/ufjf-universidade-federal.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659619996681442018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) apareceu em 95º lugar no ranking QS de Universidades latino-americanas. No topo da lista está a Universidade de São Paulo (USP).&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Este é o primeiro ranking que reúne apenas as universidades  latino-americanas elaborado pela QS, uma organização internacional de  pesquisa educacional que avalia o desempenho de instituições de ensino  médio, superior e pós-graduação. Segundo os autores do estudo, por conta do "aumento do investimento  público em educação", o Brasil emplacou 65 universidades entre as 200  primeiras da lista. As universidades brasileiras adquiriram oito dos dez primeiros lugares  em produtividade de pesquisa e tiveram a maior proporção de acadêmicos  com doutorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nesta primeira edição do ranking regional, o QS se baseou em  critérios específicos da América Latina. O ranking utiliza sete indicadores distintos:  reputação acadêmica (30%), reputação de empregabilidade (20%),  estudantes da faculdade (10%), profissionais com doutorado (10%),  artigos publicados (10%), citações por artigo (10%) e impacto na  internet (10%).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Os pesquisadores, no entanto, se questionam se o Brasil poderá chegar a ser a próxima superpotência universitária. &lt;p&gt;  No mais recente ranking QS das melhores universidades do mundo 2011,  liderado pela primeira vez pela Universidade de Cambridge, no Reino  Unido, a USP só alcançou o 169º lugar, sendo a única instituição de  ensino latino-americana entre as 200 melhores do mundo.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-5375268784070000375?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/5375268784070000375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/10/universidade-federal-de-juiz-de-fora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/5375268784070000375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/5375268784070000375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/10/universidade-federal-de-juiz-de-fora.html' title='Universidade Federal de Juiz de Fora aparece em 95º lugar das melhores Universidades da América Latina'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-_2Anvt8tdwU/TosCZqnlEuI/AAAAAAAACAQ/n-3G9cgVSxg/s72-c/ufjf-universidade-federal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-938451616969954522</id><published>2011-09-27T06:25:00.000-07:00</published><updated>2011-09-27T06:26:32.840-07:00</updated><title type='text'>Manuscritos do Mar Morto podem ser vistos na internet</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dois mil anos depois de terem sido escritos e décadas após terem sido  encontrados em cavernas no deserto, alguns dos famosos Manuscritos do  Mar Morto estão disponíveis na internet, por meio de um projeto lançado  pelo Museu Nacional de Israel e pelo Google. &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A  disponibilização de cinco dos mais importantes manuscritos na internet é  parte de uma ação mais ampla dos guardiães dos textos - que já foram  criticados por permitirem que eles fossem monopolizados por pequenos  círculos de acadêmicos - de torná-los acessíveis a todos por meio da  rede. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os manuscritos incluem o livro de Isaías, o  manuscrito conhecido como "rolo do Templo" e mais outros três. Os  internautas poderão pesquisar imagens em alta resolução, procurar  passagens específicas, aproximar as imagens e traduzir versos para o  inglês. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os originais são mantidos num cofre no interior de  um edifício em Jerusalém, construído especialmente para abrigar os  manuscritos. O acesso a eles exige pelo menos três chaves diferentes, um  cartão magnético e um código secreto. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os cinco  manuscritos estão entre os escritos comprados por pesquisadores  israelenses entre 1947 e 1967 de vendedores de antiguidades. Os  manuscritos foram encontrados por pastores beduínos no deserto da  Judeia. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Acredita-se que os rolos com os escritos -  considerados por muitos como a descoberta arqueológica mais  significativa do século 20 - foram escritos ou coletados por uma seita  judaica ascética que deixou Jerusalém e foi para o deserto 2 mil anos  atrás e se estabeleceu em Qumran, mas margens do Mar Morto. As centenas  de manuscritos que sobreviveram, em pedaços ou inteiros, em cavernas,  trouxe informações sobre o desenvolvimento da bíblia judaica e as  origens do cristianismo. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O processo de fotografar os  escritos teve início no começo deste mês e envolveu ex-cientistas da  Nasa. Uma câmera avançada de US$ 250 mil desenvolvida em Santa Barbara,  na Califórnia, permitiu aos pesquisadores distinguir palavras e outros  detalhes que não são vistos a olho nu. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O projeto deve  estar concluído até 2016, quando quase todos os documentos estarão  disponíveis na internet. A pesquisa pode ser feita no endereço &lt;a href="http://dss.collections.imj.org.il/" target="_blank"&gt;http://dss.collections.imj.org.il/&lt;/a&gt; .&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-938451616969954522?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/938451616969954522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/09/manuscritos-do-mar-morto-podem-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/938451616969954522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/938451616969954522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/09/manuscritos-do-mar-morto-podem-ser.html' title='Manuscritos do Mar Morto podem ser vistos na internet'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-5302296957206368948</id><published>2011-08-24T04:18:00.000-07:00</published><updated>2011-08-24T04:48:47.938-07:00</updated><title type='text'>Estrada Real - dois caminhos</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-01eFIZ69PV8/TlTiMMPJYfI/AAAAAAAABs0/BnbbbYV9u1o/s1600/estradareal_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 235px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-01eFIZ69PV8/TlTiMMPJYfI/AAAAAAAABs0/BnbbbYV9u1o/s320/estradareal_01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644384932073136626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="MsoNormal" face="Georgia,&amp;quot;"&gt;  O caminho novo e o caminho velho do ouro, ao entrar em Minas,  se aproximavam até se unirem na altura de Conselheiro Lafaiete. Na parte inferior da Serra da Mantiqueira a mata era fechada. Já no Campo das Vertentes, região que abrange São João del Rei e Barbacena, só existia mata nas margens dos rios, as chamadas matas ciliares. As demais áreas do campo eram cobertas por vegetação rasteira, com árvores esparsas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt; Esta condição lhe parece ter favorecido o surgimento de várias trilhas, anteriores à abertura dos Caminhos Velho e Novo, resultando em que ambos tenham sido, na verdade, o alargamento de vias já existentes. Ressaltou que o índio, por não conhecer o cavalo, teria aberto trilhas bem estreitas. Advindo a necessidade de transporte de carga, em lombo de animais, tornou-se imperioso transformar aquelas picadas em passagens que permitissem o trânsito de um animal com cargas dispostas dos dois lados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt; Citou os viajantes estrangeiros que passaram pela região nos séculos XVIII e XIX, buscando responder a curiosidade dos europeus. A partir da vinda da Família Real Portuguesa em 1808, surgiram &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-AQ1rsW3SmhU/TlTh6MJp9OI/AAAAAAAABss/7hxrIQlACp0/s1600/1199138.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-AQ1rsW3SmhU/TlTh6MJp9OI/AAAAAAAABss/7hxrIQlACp0/s320/1199138.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644384622812460258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;as expedições científicas, com objetivos mais específicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt; Outros mapas foram apresentados. Um deles, do final do século XIX, com as condições geológicas de Minas. Em seguida um mais recente, já contando com a tecnologia da fotografia aérea.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt; A imagem de um rancho despertou curiosidade na plateia, sendo explicado que era uma cobertura de sapé sobre quatro esteios que servia para abrigar os viajantes. Os estrangeiros reclamavam do desconforto e dos bichos de pé e carrapatos, além do hábito dos tropeiros de cantarem durante a noite inteira depois de passarem o dia todo trabalhando duro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt; Francisco Rodrigues de Oliveira explicou também que o proprietário construía o rancho a pequena distância de sua casa, onde só se hospedavam as autoridades que por ali passassem. Para os demais, que ficavam debaixo daquela cobertura, nada era cobrado pela estadia, mas pela venda de alimentos, especialmente o milho para os animais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt; Em seguida discorreu sobre a forma como eram desenhados os mapas no final do século XIX. Chamada triangulação, consistia em alcançar um determinado ponto elevado que permitisse a visualização de outro ponto de mesma altitude. Medindo-se a distância entre os dois pontos, através de um aparelho de medição de ângulos era possível completar o terceiro lado do triângulo. Fazia-se, então, um levantamento de detalhes da área medida. De cada triângulo composto partia-se para suas interseções.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt; Foi citada a Várzea do Marçal, localidade próxima a São João del Rei, que foi o ponto de início da medição naquela região. E explicando como o trabalho era realizado, Francisco Rodrigues de Oliveira destacou que os encarregados da operação eram engenheiros dos quais se exigia também boa capacidade de expressão gráfica para registrar em papel os componentes encontrados. Além disso, havia uma turma para fazer a medição linear entre dois pontos e outra turma fazendo a mesma medição no caminho inverso, tirando-se a média dos dois resultados encontrados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Além de Cunha Matos, o cronometrista do Caminho Novo, Francisco Rodrigues de Oliveira mencionou em sua palestra os viajantes Antonil, Tavares de Brito, Costa Matoso, Saint Hilaire,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;  &lt;/span&gt;Langsdorff e Richard Burton, personagens que passaram pela região e com suas descrições contribuíram para que as informações chegassem até nós.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-z4miyPIUHuY/TlTkUk6md0I/AAAAAAAABtE/BSeMfSXgLVE/s1600/Santa%2BQuiteria.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-z4miyPIUHuY/TlTkUk6md0I/AAAAAAAABtE/BSeMfSXgLVE/s320/Santa%2BQuiteria.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644387275160057666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;A Capela de N. S. do Carmo ou de Santa Quitéria, construída durante o século 18, está localizada no alto de uma colina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DbRTBi1iKf8/TlTkNPxNrDI/AAAAAAAABs8/H09YX8m76A4/s1600/aqueduto.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 215px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-DbRTBi1iKf8/TlTkNPxNrDI/AAAAAAAABs8/H09YX8m76A4/s320/aqueduto.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644387149224455218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;A 12 Km de Catas Altas, destacam-se na paisagem as ruínas de um grande  aqueduto de pedra, construído com o objetivo de abastecer a cidade ou a  mineração. Atualmente, existem cerca de 100 metros do monumento, que  tem, ao centro, um portal com a inscrição da data de construção - 1792.  Incrustada em uma das laterais do potal, existe uma escadaria que dá  acesso à parte superior do aqueduto.                &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-5302296957206368948?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/5302296957206368948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/08/estrada-real-dois-caminhos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/5302296957206368948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/5302296957206368948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/08/estrada-real-dois-caminhos.html' title='Estrada Real - dois caminhos'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-01eFIZ69PV8/TlTiMMPJYfI/AAAAAAAABs0/BnbbbYV9u1o/s72-c/estradareal_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-7536455826093249488</id><published>2011-08-22T05:11:00.000-07:00</published><updated>2011-08-22T06:34:12.953-07:00</updated><title type='text'>Linhas de Nazca e Geoglifos encontrados no Acre</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-7w00nVV80RY/TlJZCcBUH8I/AAAAAAAABr8/X388tjSm4FU/s1600/nazca_3.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-7w00nVV80RY/TlJZCcBUH8I/AAAAAAAABr8/X388tjSm4FU/s320/nazca_3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5643671181464969154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Olhando do solo, nada mais que linhas  riscadas sobre as planícies rochosas do deserto peruano. Mas observando  do céu, um mistério para o homem moderno. Desde a sua descoberta em  1927, os desenhos gigantes do solo de Nazca deixam perplexos qualquer  turista. É impressionante a imensidão das linhas, que formam imagens  curiosas. Um colibri, uma aranha ou uma flor. O curioso é saber como uma  civilização formada antes da Era de Cristo conseguiu fazer essas obras  de arte.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-7lOY8Dy-o-k/TlJWvMRNhpI/AAAAAAAABr0/lR-CJBvk_y0/s1600/nazca_1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 196px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-7lOY8Dy-o-k/TlJWvMRNhpI/AAAAAAAABr0/lR-CJBvk_y0/s320/nazca_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5643668651795908242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Gigantes figuras geométricas,  humanas, animais e plantas estilizadas, algumas com mais de 300 metros.  As figuras são tão grandes, que só podem ser vistas sobrevoando a  região. E é ai que mora o mistério de Nazca. As sociedades que ali  viveram entre 300 a.C e 800 d.C desconheciam as técnicas do vôo. Outros  enigmas que intrigam os pesquisadores, é a finalidades dos desenhos, e  quais os seus significados. A idéia mais conhecida da região, é a da  alemã Maria Reiche, a “dama do deserto”, como é popularmente chamada. A  cientista dedicou a vida aos estudos dos geoglifos, e afirmava que se  tratava de um imenso calendário astronômico e agrícola, onde a população  de Nazca podia identificar as estações do ano e a melhor época para os  seus cultivos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No Brasil os desenhos chegam a ter 100 metros de diâmetro, e sua borda é         desenhada em grandes valas, de 12 metros de largura por quatro         de profundidade. Por uma ironia, só se conseguiu descobrir esses         desenhos por causa do desmatamento, que “limpou” grandes áreas,         deixando evidentes as formas geométricas.fos também estão sendo encontrados. São desenhos mais simples: círculos, quadrados e octógonos gigantes feitos há pelo menos mil         anos marcam o chão do Acre. Desde a década de 1970, quando foram         descobertos, eles intrigam os arqueólogos, que ainda não         conseguiram entender para que eram usadas essas estruturas,         chamadas de geoglifos.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-SO8fjcavrX0/TlJWXlvaCjI/AAAAAAAABrs/QFY3_9qsM0o/s1600/0%252C%252C21066223-FMM%252C00.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 228px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-SO8fjcavrX0/TlJWXlvaCjI/AAAAAAAABrs/QFY3_9qsM0o/s320/0%252C%252C21066223-FMM%252C00.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5643668246316583474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Quando o primeiro geoglifo foi descoberto, não se         sabia que as valas formavam um desenho, e que havia tantos ali.         Hoje, com a ajuda de aviões e imagens de satélite, já foram         identificados cerca de 200. “Acho que já descobrimos em torno de         10%”, estima o cientista Alceu Ranzi, integrante da equipe que         descobriu os geoglifos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;     Com a chegada dos mapas virtuais, que utilizam         imagens de satélite em alta resolução, os desenhos ficaram         evidentes, e até os próprios cientistas puderam encontrar mais         estruturas desse tipo. Veja, abaixo, alguns exemplos de como os         desenhos milenares se espalham pelo chão do Acre.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-7536455826093249488?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/7536455826093249488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/08/linhas-de-nazca-e-geoglifos-encontrados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/7536455826093249488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/7536455826093249488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/08/linhas-de-nazca-e-geoglifos-encontrados.html' title='Linhas de Nazca e Geoglifos encontrados no Acre'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-7w00nVV80RY/TlJZCcBUH8I/AAAAAAAABr8/X388tjSm4FU/s72-c/nazca_3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-458585470911731826</id><published>2011-08-18T10:42:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T10:44:03.524-07:00</updated><title type='text'>Primeira Diocese das Américas completa 500 anos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-MkqZCuhr1pQ/Tk1PSTW-_tI/AAAAAAAABrM/vJUyA5i6f10/s1600/20110811080808.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 375px; height: 244px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-MkqZCuhr1pQ/Tk1PSTW-_tI/AAAAAAAABrM/vJUyA5i6f10/s320/20110811080808.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5642253084018015954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste dia 8 de Agosto de 2011, a arquidiocese  de Santo Domingo, na República Dominicana, concluiu as celebrações  jubilares pelo aniversario de 500 anos da sua fundação, feita pelo Papa  Júlio II, em 8 de agosto de 1511. Uma missa, presidida pelo arcebispo  emérito de Sevilha (Espanha), cardeal Carlos Amigo Vallejo, encerrou as  comemorações.    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O papa Bento XVI, em mensagem enviada ao  arcebispo de Santo Domingo, cardeal Nicolas de Jesus Lopez Rodriguez,  expressou sua esperança, na celebração dos 500 anos de criação da  primeira diocese na América, desejando que este evento “traga abundantes  frutos de fé e compromisso entre sacerdotes, religiosos e leigos que,  com fervor, pregam o Evangelho”.&lt;/p&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além da arquidiocese de Santo Domingo,  com a Bula Romanus Pontifex, o papa Julio II constituiu, no mesmo  período, as circunscrições eclesiásticas de La Concepcion de la Vega, na  ilha de Hispaniola, e a circunscrição de San Juan, em Porto Rico.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Desde a sua fundação, em 1511, a  arquidiocese de Santo Domingo teve 43 bispos, 32 dos quais foram  arcebispos e dois cardeais, além de diversos funcionários e  administradores apostólicos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-458585470911731826?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/458585470911731826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/08/primeira-diocese-das-americas-completa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/458585470911731826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/458585470911731826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/08/primeira-diocese-das-americas-completa.html' title='Primeira Diocese das Américas completa 500 anos'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-MkqZCuhr1pQ/Tk1PSTW-_tI/AAAAAAAABrM/vJUyA5i6f10/s72-c/20110811080808.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-4912723740934238377</id><published>2011-08-16T14:19:00.000-07:00</published><updated>2011-08-16T14:49:29.412-07:00</updated><title type='text'>Como trabalhar com fotografia documental e publicar na National Geographic</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acredito que a melhor maneira de viabilizar uma carreira em fotografia  documental é ter uma outra atividade econômica que permita custear a  primeira fase da formação profissional. Esse  período pode durar pelo  menos uns 10 anos, digo isso pela minha própria experiência. O chamado  "mercado" de fotografia é ingrato e cruel, como dizem no interior do  país, "é uma briga de foice no escuro." São pequenos trabalhos mal  remunerados que dificilmente levam o profissional a um patamar mais  elevado na arte fotográfica. Em primeiro lugar, deve-se fotografar para  si mesmo e ninguém vai pagar por isso.&lt;br /&gt;&lt;a name="more"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mágica acontece atrás da câmera, o que interessa é desenvolver um  olhar apurado. Mas com o tempo, nessa época de competição global, o  ideal é ter um equipamento top de linha. Isso não transforma ninguém em  melhor fotógrafo, apenas é uma ferramenta a mais na busca por um  aprimoramento profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A compra de boas câmeras, lentes, computadores e softwares é sempre um  investimento alto, muito alto, talvez o preço de um bom carro zero km.  Por várias vezes, no decorrer de uma década, vendi meus carros para  comprar os melhores equipamentos possíveis. Para mim valeu a pena ficar a  pé, ou com carro velho nesse período. Como em qualquer outro negócio, a  pessoa tem que estar disposta a investir na sua atividade e o retorno  pode ser longo, certamente mais longo do que em outros tipos de  empreendimentos comerciais. É preciso estar preparado para passar por  isso para ser bem sucedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é muito importante investir em formação profissional, pode ser  faculdade e/ou bons cursos e workshops com profissionais renomados. Essa  pode ser uma maneira de encurtar  e acelerar o aprendizado na  profissão, inclusive, se for possível, até mesmo estudar no exterior.  Fotografia é um estilo de vida, muito mais do que somente uma profissão.  Esse processo leva tempo e pode ter um preço alto em termos de padrão  material de conforto, especialmente se houverem questões familiares  envolvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez dito isso, vou dar algumas orientações de como pode ser possível publicar na &lt;em&gt;National Geographic Brasil&lt;/em&gt;.  A revista é aberta para qualquer que tenha um bom trabalho e que  apresente um tema de interesse para publicação. Deve-se conhecer muito  bem a linha editorial do que é publicado, procurar no arquivo as  matérias já divulgadas. Não adianta ter um material muito bom se ele não  for original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passo consiste em dedicar-se a projeto pessoal de  documentação de assuntos que venham interessar aos editores. Bancar-se  durante essa oportunidade e fazer uma edição de imagens consistentes,  que conte uma boa história. Feito isso, pode-se pensar em apresentar o  ensaio para avaliação do editor senior, Ronaldo Ribeiro. Sempre entre em  contato primeiro por e-mail e veja se existe interesse na proposta. Em  caso positivo, pergunte qual seria a melhor data e horário para fazer  uma visita, editores estão sempre muito atarefados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo uma boa sorte a todos, fico muito entusiasmado quando vejo novas  revelações nessa área. Pode parecer muito óbvio e banal o que eu vou  dizer: vale a pena acreditar em nossos sonhos, essa é matéria prima do  nosso trabalho. Ansel Adans falou o seguinte: "Algumas pessoas ganham a  vida com a fotografia, para outros a fotografia lhes dá a vida..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto de&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h4 style="text-align: justify;"&gt;Izan Petterle - 28/05/2009&lt;/h4&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-4912723740934238377?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/4912723740934238377/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/08/como-trabalhar-com-fotografia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/4912723740934238377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/4912723740934238377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/08/como-trabalhar-com-fotografia.html' title='Como trabalhar com fotografia documental e publicar na National Geographic'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-9146531169182197521</id><published>2011-07-25T07:34:00.000-07:00</published><updated>2011-07-25T07:37:18.128-07:00</updated><title type='text'>Atualize seu Currículo Lattes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-zFo_yTuHRIs/Ti1_dSFpVDI/AAAAAAAABqI/kWR6z1xmO3s/s1600/plataformalattes.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 114px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-zFo_yTuHRIs/Ti1_dSFpVDI/AAAAAAAABqI/kWR6z1xmO3s/s320/plataformalattes.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5633298849958810674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A          Plataforma &lt;span class="highlightedSearchTerm"&gt;Lattes&lt;/span&gt; representa          a experiência          do CNPq na integração          de bases de dados de currículos          e de instituições          da área          de ciência          e tecnologia em um único          Sistema de Informações,          cuja importância          atual se estende, não          só às          atividades operacionais          de fomento do CNPq, como          também às          ações          de fomento de outras agências          federais e estaduais. &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="corpo-texto"&gt; Dado          seu grau de abrangência,          as informações          constantes da Plataforma          &lt;span class="highlightedSearchTerm"&gt;Lattes&lt;/span&gt; podem ser utilizadas          tanto no apoio a atividades          de gestão,          como no apoio à formulação          de políticas          para a área          de ciência          e tecnologia.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="corpo-texto"&gt; O          Currículo          &lt;span class="highlightedSearchTerm"&gt;Lattes&lt;/span&gt; registra a vida          pregressa e atual dos pesquisadores          sendo elemento indispensável à análise          de mérito          e competência          dos pleitos apresentados à Agência.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="corpo-texto"&gt; A          partir do Currículo          &lt;span class="highlightedSearchTerm"&gt;Lattes&lt;/span&gt;, o CNPq desenvolveu          um formato-padrão          para coleta de informações          curriculares hoje adotado          não          só pela          Agência,          mas também          pela maioria das instituições          de fomento, universidades          e institutos de pesquisa          do País.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="corpo-texto"&gt; A          adoção          de um padrão          nacional de currículos,          com a riqueza de informações          que esse sistema possui,          a sua utilização          compulsória          a cada solicitação          de financiamento e a disponibilização          pública          destes dados na internet,          deram maior transparência          e confiabilidade às          atividades de fomento da          Agência. &lt;a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/conteudo/aplataforma.htm"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/"&gt;Clique Aqui para atualizar seu Currículo &lt;span class="highlightedSearchTerm"&gt;Lattes&lt;/span&gt; - CNPq&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-9146531169182197521?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/9146531169182197521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/07/atualize-seu-curriculo-lattes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/9146531169182197521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/9146531169182197521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/07/atualize-seu-curriculo-lattes.html' title='Atualize seu Currículo Lattes'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-zFo_yTuHRIs/Ti1_dSFpVDI/AAAAAAAABqI/kWR6z1xmO3s/s72-c/plataformalattes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-10488018445472319</id><published>2011-07-06T01:53:00.000-07:00</published><updated>2011-07-06T02:00:24.189-07:00</updated><title type='text'>Documentos das Minas setecentistas digitalizados</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-5Nicqv8DAbY/ThQjvcPmyII/AAAAAAAABpk/twv134iRR3s/s1600/marianadigital.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 218px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-5Nicqv8DAbY/ThQjvcPmyII/AAAAAAAABpk/twv134iRR3s/s320/marianadigital.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5626161132435064962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O projeto de digitalização de documentos e  imagens históricas da primeira cidade de Minas Gerais, Mariana, foi  finalmente concluído. Na página &lt;a href="http://http://www.lampeh.ufv.br/acervosmg/"&gt;http://www.lampeh.ufv.br/acervosmg/  &lt;/a&gt;podem ser encontrados 74,5 mil imagens digitalizadas de 1.160 documentos  referentes ao período de 1709 a 1956, retiradas dos 1o e 2o cartórios  da cidade e que estavam no Arquivo Histórico da Casa Setecentista de  Mariana, sede do Iphan na cidade. São testamentos, cartas de alforria,  inventários e pedidos de cobrança dos períodos colonial, imperial e  republicano, que totalizam 37% da documentação dos cartórios. No ano  passado, o Arquivo Histórico recebeu 3,5 mil visitantes.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O  projeto foi resultado de uma parceria entre o Instituto do Patrimônio  Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Universidade Federal de  Viçosa (UFV), com patrocínio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado  de Minas Gerais (Fapemig). Todo o trabalho durou três anos, seguindo  etapas de seleção dos documentos, higienização, desinfestação e  descontaminação dos papéis – feita pela UFV – e digitalização.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-10488018445472319?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/10488018445472319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/07/documentos-das-minas-setecentistas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/10488018445472319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/10488018445472319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/07/documentos-das-minas-setecentistas.html' title='Documentos das Minas setecentistas digitalizados'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-5Nicqv8DAbY/ThQjvcPmyII/AAAAAAAABpk/twv134iRR3s/s72-c/marianadigital.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-4424776757548328368</id><published>2011-06-25T04:21:00.000-07:00</published><updated>2011-06-25T04:24:03.427-07:00</updated><title type='text'>Única foto de Billy The Kid adulto vai a  leilão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-0I-n69gygSs/TgXFQkGiaMI/AAAAAAAABpU/E5d6qdgKLbE/s1600/BILLY%2BTHE%2BKID.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 241px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-0I-n69gygSs/TgXFQkGiaMI/AAAAAAAABpU/E5d6qdgKLbE/s320/BILLY%2BTHE%2BKID.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5622116598201608386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A foto de um sorridente Billy the Kid, tirada do lado de fora de um  bar no Novo México (EUA), perto do local em que foi morto, poderá  alcançar o preço de R$ 1,6 milhão (US$ 1 milhão) em um leilão que será  realizado neste sábado (25).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A foto sépia, de cinco por oito centímetros, é o único retrato de adulto  que se conhece do fugitivo do Velho Oeste, também chamado de William  Bonney, Henry Antrim, Henry McCarty - ou simplesmente “The Kid”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se da imagem usada para identificar o pistoleiro desde que  apareceu no livro do xerife Pat Garret. A obra relata a captura e a  morte de Billy the Kid, ocorrida em 1881.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brian Lebel, organizador no 22º Salão e Leilão Anual do Velho Oeste, que  acontecerá em Denver (Colorado, sudoeste dos Estados Unidos) no sábado,  disse que “é uma foto única”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Originalmente, o fotógrafo que a fez, cuja identidade é desconhecida,  produziu quatro cópias idênticas. Destas, três se perderam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cópia que irá a leilão pertencia aos irmãos Stephen e Art Upham, que a  expuseram pela última vez no Museu de Lincoln, em meados da década de  1980.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;O lance oficial é de R$ 250 mil (US$ 150 mil), mas o colecionador e  especialista Bob McCubbin acredita que as ofertas poderão chegar a R$  1,6 milhão (US$ 1 milhão).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-4424776757548328368?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/4424776757548328368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/06/unica-foto-de-billy-kid-adulto-vai.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/4424776757548328368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/4424776757548328368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/06/unica-foto-de-billy-kid-adulto-vai.html' title='Única foto de Billy The Kid adulto vai a  leilão'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-0I-n69gygSs/TgXFQkGiaMI/AAAAAAAABpU/E5d6qdgKLbE/s72-c/BILLY%2BTHE%2BKID.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-6479071077017457848</id><published>2011-05-10T06:47:00.000-07:00</published><updated>2011-05-10T06:48:13.183-07:00</updated><title type='text'>Norbert Elias - sociólogo alemão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://www.consciencia.org/wp-content/upload/norbert_elias.jpg" align="left" /&gt; Norbert Elias sociólogo alemão nasceu em Breslau em 22 de junho de 1897, de família judaica, precisou quando Hitler se tornou chanceler da Alemanha fugir e exilar-se na França em 1933, posteriormente estabeleceu-se na Inglaterra onde passou grande parte de sua vida. Infelizmente seus trabalhos tiveram reconhecimento tardiamente.   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As obras de Elias destacaram-se por tratar da relação entre poder, comportamento, emoção, abarcando conhecimento sociológico, psicológico, antropológico e histórico. Formou-se nas universidades de Breslau e Heidelberg, lecionou na Universidade de Leicester durante sete anos (1945-62) ainda foi professor visitante na Alemanha, Holanda e Gana. O reconhecimento tardio veio apenas na década de 70 com a publicação de &lt;i&gt;A sociedade de corte&lt;/i&gt;. Tendo ainda outros livros como, &lt;i&gt;Os alemães,&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Os estabelecidos e os outsiders, Mozart: sociologia de um gênio, A peregrinação de Watteau à Ilha do Amor, O processo civilizador&lt;/i&gt; (2 vols.),&lt;i&gt; Sobre o tempo, A sociedade dos indivíduos e A solidão dos moribundos.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A obra mais conhecida e dada como uma das mais importantes foram os dois volumes de &lt;i&gt;O Processo Civilizador&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Über den Prozess der Zivilisation&lt;/i&gt;), publicado em 1939, sendo traduzido para o inglês em 1969. O primeiro volume traça os acontecimentos históricos do &lt;i&gt;habitus&lt;/i&gt; europeu, conceito-substância “sentimento” e “razão”, uma espécie de estrutura psíquica de cada indivíduo que é moldada pelas atitudes sociais. A principal questão de Elias no processo civilizador é o processo de individualização e formação dos Estados Nacionais, entre as mudanças em longo prazo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="right"&gt;[...] não fui orientado nesse estudo pela idéia de que nosso modo civilizado de comportamento é o mais avançado de todos os humanamente possíveis, nem pela opinião de que a ‘civilização’ é a pior forma de vida e que está condenada ao desaparecimento. Tudo o que se pode dizer é que, com a civilização gradual, surge certo número de dificuldades especificamente civilizacionais. Mas não podemos dizer que já compreendemos porque concretamente nos atormentamos desta maneira. Sentimos que nos metemos, através da civilização, em certos emaranhados desconhecidos de povos menos civilizados. Mas sabemos também que esses povos menos civilizados são, por seu lado, atormentados por dificuldades e medos dos quais não mais sofremos, ou pelo menos não sofremos no mesmo grau. Talvez tudo isso possa ser visto com um pouco mais de clareza se for compreendido como realmente operam esses processos civilizadores. De qualquer modo, foi este um dos desejos com que comecei a trabalhar neste livro [...] Acima de tudo, a natureza dos processos históricos – do que se poderia chamar de ‘mecânica evolucionária da história’ – tornou-se mais clara para mim, assim como suas relações com os processos psíquicos. Termos como sociogênese e psicogênese, vida afetiva e controle de instintos, compulsões externas e internas, patamar de embaraço, poder social, mecanismo de monopólio e vários outros dão expressão a isso. Mas fiz a menor concessão possível à necessidade de expressar com novas palavras coisas novas que se tornaram visíveis. (ELIAS, 1994, p. 18-19).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Elias trabalhou padrões europeus pós-medievais como violência, comportamento sexual, funções corporais, tempo, as profissões, o futebol, formas de discurso.&lt;a href="http://www.consciencia.org/norbert-elias-e-a-sociedade-dos-individuos#_ftn4" name="_ftnref4" title=""&gt;[4]&lt;/a&gt; Elias não entendia o processo civilizador em termos metafísicos, como se a evolução social fosse devido a um progresso automático e específico.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Sendo tardiamente descoberto Elias trouxe para a sociologia conceitos novos, idéias novas, novas abordagens a respeito do desenvolvimento da sociedade e das mudanças históricas, do desenvolvimento dos indivíduos individual e socialmente. Criticava as correntes que objetivavam a pesquisa no indivíduo assim como a pesquisa na sociedade, que segundo ele não coalescem. Elias morreu em Amsterdã, 1 de agosto de 1990.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;            &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A sociedade dos indivíduos&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Todos sabem o que se pretende dizer quando se usa a palavra “sociedade”, ou pelo menos todos pensam saber. A palavra é passada de uma pessoa para outra como uma moeda cujo valor fosse conhecido e cujo conteúdo já não precisasse ser testado. Quando uma pessoa diz “sociedade” e outra a escuta, elas se entendem sem dificuldade.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas será que realmente nos entendemos? (ELIAS, 1994, p. 63). &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Norbert Elias parte da pergunta a respeito do que se entende por sociedade, como está sociedade é entendida a partir de um diálogo, entre uma conversa a respeito do que é uma sociedade as pessoas se entendem. No senso comum as pessoas se entendem, mas cientificamente falando nos entendemos. O que as ciências sociais entende por sociedade. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;            Se a sociedade é nada mais nada menos que uma porção de pessoas juntas. Daí parte a questão principal uma porção de pessoas juntas na Índia, na China, na América, na Grã-Bretanha são iguais?, a sociedade européia do século XII é igual a sociedade européia do século XVI ou XX?. Logicamente que não. As sociedades possuem estruturas diferenciadas. A formação dessa estruturação social independe de cada indivíduo, independe da vontade das pessoas, ela é formada alegoricamente, sem um único planejamento.  &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Segundo Elias dois campos disputam o diálogo a respeito do papel do indivíduo e da sociedade, essas duas correntes elaboram entendimentos antagônicos, uma corrente que defende a sociedade como se está fosse planejada a partir daí procuram para explicá-la exemplos das formações institucionais, como polícia, parlamento, etc., como a construção da estrutura social. Entendem o Estado como uma manutenção da ordem, e a linguagem como comunicação entre as pessoas, como se fossem criados com fins específicos por indivíduos isolados como se seguisse um planejamento racional.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A outra corrente entende o indivíduo como se não tivesse papel nenhum como a sociedade, como se este não tivesse papel nenhum a sociedade é concebida como uma entidade orgânica supra-individual que avança inelutavelmente para a morte, atravessando etapas de juventude, maturidade e velhice. Dessa forma, existe um grande abismo entre indivíduo e sociedade, todos os lados então possuem “antinomias”.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para Elias a idéia que temos de sociedade e a idéia que temos de indivíduo nunca chegam a coalescer, “Ninguém dúvida de que os indivíduos formam a sociedade ou de que toda sociedade é uma sociedade de indivíduos” (ELIAS, 1994, p. 16), porém para chegar a essa idéia faltam modelos, faltam conceitos, fundamentações. Elias cita o exemplo dado por Aristóteles da relação das pedras e das casas. Para criar uma casa era necessário um conjunto de pedras.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Segundo Elias a &lt;i&gt;Gestalt&lt;/i&gt; possui elementos que explicam como as várias partes formam um produto inteiro diferenciado, como a melodia que nada é em notas individuais que se torna diferente em sua soma. Daí a teoria dos conjuntos, “[...] as unidades de potencia menor – dão origem a uma unidade de potencia maior, que não pode ser compreendida quando suas partes são consideradas em isolamento, independentemente de suas relações” (ELIAS, 1994, p. 16).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nem a sociedade nem o indivíduo existem sem o outro. Um não pode existir sem o outro, nem um se pertence, coexistem ambos. Sem indivíduo não tem sociedade, sem sociedade não tem indivíduo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A partir dessas indagações vai se estruturando a grande tese de Elias, que entende que “A vida dos seres humanos em comunidade certamente não é harmoniosa” (ELIAS, 1994, p. 20), não somos certamente bons uns com os outros. Em sociedade a maioria das pessoas não se conhecem, porém existe uma ordem oculta que não é perceptível pelos sentidos, porque “Cada pessoa nesse turbilhão faz parte de determinado lugar” (ELIAS, 1994, p. 21), famintos sem teto fazem parte da ordem oculta, pessoas que exercem ou exerceram algum tipo de renda, exerceram algum tipo de função, que ao passarem pela rua essa função passa junto com ela, portanto o que existe é uma ordem invisível entre as pessoas. Essa ordem invisível é uma rede de funções interdependentes pela qual as pessoas estão ligadas entre si tendo peso e leis próprias.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="right"&gt;[...] cada pessoa singular está realmente presa; está por viver em permanente dependência funcional de outras; ela é um elo nas cadeias que ligam outras pessoas, assim como todas as demais, direta ou indiretamente, são elos nas cadeias que as prendem. Essas cadeias não são visíveis e tangíveis, como grilhões de ferro. São mais elásticas, mais variáveis, mais mutáveis, porém não menos reais, e decerto não menos fortes. E é a essa rede de funções que as pessoas desempenham umas em relação a outras, a ela e a nada mais, que chamamos “sociedade” (ELIAS, 1994, p. 21).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Portanto, assim funcionam a ligação entre os indivíduos que é a propensão fundamental de sua natureza. Dessa forma, cada sociedade acaba ficando estruturada em suas origens, uma criança já nasce em uma sociedade estruturada, uma criança do século XII desenvolvia uma estrutura dos instintos e da consciência diferente de uma criança do século XX. A forma individual do adulto é a forma específica de cada sociedade. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os indivíduos são suas relações. As redes humanas se desenvolvem e se apresentam como seres humanos. O homem é um ser social, para isso dependente da companhia de outros. É necessário um alto grau de maleabilidade e adaptabilidade das funções relacionais humanas. Essa maleabilidade e adaptabilidade é uma precondição para a estrutura das relações entre as pessoas ser tão mais variável do que entre os animais. A linguagem, a fala é um ajustamento social, necessário para o ser humano o que determina a linguagem do indivíduo é a sociedade em que ele cresce.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os seres humanos são constituídos de uma ordem natural e de uma ordem social, essa ordem social deve sua própria existência a peculiaridade da natureza humana essa peculiaridade consiste na mobilidade e maleabilidade especial pelas quais o controle comportamental humano difere da dos animais que é algo natural, é algo herdado, portanto nos animais é um padrão fixo de controle comportamental em relação a outros seres e coisas, no ser humano tem que ser produzido entra em ação regularidades e processos automáticos que determinamos de “sociais”, em contraste com as regularidades orgânicas e naturais.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A sociedade possui divisões entre as funções “[...] quanto mais essa divisão avança numa sociedade e maior é o intercambio entre as pessoas, mais estreitamente elas são ligadas pelo fato de cada uma só poder sustentar sua vida e sua existência social em conjunto com muitas outras” (ELIAS, 1994, p. 44), ninguém nega que “A história é sempre a história de uma sociedade, mais sem a menor dúvida, de uma sociedade de indivíduos” (ELIAS, 1994, p. 45).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Bibliografias:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;ELIAS, Norbert. &lt;i&gt;A sociedade dos indivíduos&lt;/i&gt;. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1994. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;ELIAS, Norbert. &lt;i&gt;O Processo Civilizador&lt;/i&gt;, 2 vols. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;VIANNA, Nildo. &lt;i&gt;Introdução a Sociologia.&lt;/i&gt; Belo Horizonte: Autêntica, 2006.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-6479071077017457848?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/6479071077017457848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/05/norbert-elias-sociologo-alemao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/6479071077017457848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/6479071077017457848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2011/05/norbert-elias-sociologo-alemao.html' title='Norbert Elias - sociólogo alemão'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-1276184699237077775</id><published>2010-12-31T10:53:00.000-08:00</published><updated>2010-12-31T10:57:04.139-08:00</updated><title type='text'>Ascendência Portuguesa - busca de registros</title><content type='html'>Para todos os luso descendentes uma grande notícia. Trocando figurinhas com um pesquisador lusitano ele me forneceu um site com quase todos os registros paroquiais de batismo, casamento e óbitos de Portugal. Estou nesse instante em busca de meus trisavós maternos que imigraram para o Brasil em meados do século XIX estabelecendo-se na Zona da Mata Mineira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site é um achado para todos que tem a magia de investigar o passado com os olhos ávidos de uma criança:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://etombo.com/paroquia/viladoconde.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este link é específico da Vila do Conde de onde veio meu trisavô Bernardino Mouço e Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande abraço a todos e boas pesquisas!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-1276184699237077775?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/1276184699237077775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/12/ascendencia-portuguesa-busca-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/1276184699237077775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/1276184699237077775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/12/ascendencia-portuguesa-busca-de.html' title='Ascendência Portuguesa - busca de registros'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-256600518960086976</id><published>2010-12-31T10:52:00.000-08:00</published><updated>2010-12-31T10:53:23.407-08:00</updated><title type='text'>DOCUMENTOS DE INTERESSE PARA A PESQUISA GENEALÓGICA</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);" &gt;Em nossas pesquisas,&lt;b&gt; &lt;/b&gt;utilizamos quase todos os tipos de              documentos listados abaixo. O livro dos Segredos da Santa Casa de Misericórdia é de              difícil acesso, mesma tratando-se de volumes dos séculos passados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);" &gt;&lt;p class="rMat"&gt;&lt;u&gt;DOCUMENTOS MUNICIPAIS&lt;/u&gt; (Arquivos Municipais)&lt;/p&gt;             &lt;p class="rMat"&gt;Livros de Foros;&lt;br /&gt;            Livros de cobranças de impostos (Quintos, Décimas, Profissões, Rendas de alugueis,              etc.),&lt;br /&gt;            Livro de Registro de Cartas Régias;&lt;br /&gt;            Processos de querelas (Juiz da Câmara, Juiz de Fora, etc.) &lt;/p&gt;             &lt;u&gt;             &lt;/u&gt;&lt;p class="rMat"&gt;&lt;u&gt;DOCUMENTOS DAS IGREJAS CRISTÃS&lt;/u&gt; (Arquivos das cúrias ou nas igrejas matrizes)&lt;/p&gt;             &lt;strong&gt;             &lt;/strong&gt;&lt;p class="rMat"&gt;&lt;strong&gt;Paroquiais:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;            Livros de batizados,&lt;br /&gt;            Livro dos Casados&lt;br /&gt;            &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Livro dos Crismados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;            Livro de óbitos.&lt;br /&gt;            Dízimos&lt;/p&gt;             &lt;strong&gt;             &lt;/strong&gt;&lt;p class="rMat"&gt;&lt;strong&gt;Cartório Eclesiástico Católico:&lt;/strong&gt; (Arquivos das cúrias das Dioceses)&lt;/p&gt;             &lt;p class="rMat"&gt;Dispensas matrimoniais (decisão sobre parentesco, pureza de sangue, etc.);&lt;br /&gt;            Processos de Inventários&lt;br /&gt;            Cópias de Processos enviados ao Santo Ofício&lt;br /&gt;            Testamentos (Confiados à Igreja).&lt;br /&gt;            Processos de habilitação De Genere dos candidatos a sacerdote da Diocese.&lt;br /&gt;            Registro paroquial de terras.&lt;br /&gt;            Foros devidos à Diocese. &lt;/p&gt;             &lt;strong&gt;             &lt;p class="rMat"&gt;Monásticos Católicos (Mosteiros)&lt;/p&gt;             &lt;/strong&gt;             &lt;p class="rMat"&gt;Documentos do Cartório da Ordem (p. ex.: Cartório jesuítico)&lt;br /&gt;            Livros de matrícula de Irmandades e de ordens militares religiosas (Santiago, Ordem de              Cristo, etc.)&lt;br /&gt;            Livros de Foros pagos aos conventos e mosteiros, traslados de escrituras de cessão de              direitos entre foreiros, etc.&lt;br /&gt;            Cartas (do Superior, do Provincial, etc)&lt;br /&gt;            Livros de atas de votos, registros de ordenações sacerdotais, etc.)&lt;br /&gt;            Relatórios&lt;/p&gt;             &lt;u&gt;             &lt;/u&gt;&lt;p class="rMat"&gt;&lt;u&gt;CARTORIAIS:&lt;/u&gt; (Arquivos Estaduais)&lt;/p&gt;             &lt;p class="rMat"&gt;Livros de Procuração;&lt;br /&gt;            Livros de escrituras de dívidas;&lt;br /&gt;            Livros de escrituras de terras.&lt;br /&gt;            Escrituras de compra e venda de escravos, minerações, etc.&lt;br /&gt;            Testamentos&lt;/p&gt;             &lt;u&gt;             &lt;p class="rMat"&gt;SANTAS CASAS DE MISERICÓRDIA: (Arquivo da Santa Casa)&lt;/p&gt;             &lt;/u&gt;&lt;strong&gt;             &lt;/strong&gt;&lt;p class="rMat"&gt;&lt;strong&gt;Do Arquivo da Mesa&lt;br /&gt;            &lt;/strong&gt;Livro dos Termos de Irmãos;&lt;br /&gt;            Livro dos Segredos,&lt;br /&gt;            Livros dos balanços;&lt;br /&gt;            Livros de óbitos dos irmãos &lt;/p&gt;             &lt;strong&gt;             &lt;/strong&gt;&lt;p class="rMat"&gt;&lt;strong&gt;Da "Igreja da Misericórdia" respectiva&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;            Livros de casamento das moças tuteladas da Santa Casa&lt;br /&gt;            Batizados&lt;br /&gt;            Óbitos &lt;/p&gt;             &lt;u&gt;             &lt;/u&gt;&lt;p class="rMat"&gt;&lt;u&gt;LIVROS DO GOVERNO DA CAPITANIA, DA PROVÍNCIA OU VILA&lt;/u&gt; (Arquivos Estaduais e              Municipais)&lt;/p&gt;             &lt;p class="rMat"&gt;Cartas da Secretaria do Governo da Província ou Capitania.&lt;br /&gt;            Ordens Régias recebidas.&lt;br /&gt;            Cartas Régias recebidas.&lt;br /&gt;            Registros de Ordens e Condecorações&lt;br /&gt;            Concessões de Cargos e Patentes.&lt;br /&gt;            Concessões de terras (Sesmarias).&lt;br /&gt;            Livros de Impostos e taxas cobrados a ordem do governo central&lt;br /&gt;            Cartas do Governador&lt;br /&gt;            Devassas (Inquéritos)&lt;/p&gt;             &lt;u&gt;             &lt;/u&gt;&lt;p class="rMat"&gt;&lt;u&gt;JUDICIÁRIO&lt;/u&gt; (Arquivos Estaduais)&lt;/p&gt;             &lt;p class="rMat"&gt;Inventários do Juizado de Órfãos&lt;br /&gt;            Processos cíveis das Comarcas&lt;/p&gt;             &lt;u&gt;             &lt;/u&gt;&lt;p class="rMat"&gt;&lt;u&gt;LIVROS DO GOVERNO CENTRAL (Arquivo Nacional)&lt;/u&gt; &lt;/p&gt;             &lt;p class="rMat"&gt;Registros e Cópias de documentos da Secretaria do Governo, dos Ministérios, dos              Conselhos.&lt;br /&gt;            Registros da Nobreza&lt;br /&gt;            Registros de Patentes e Provisões&lt;br /&gt;            Registros de Ordens do Mérito (Ordem da Rosa, Ordem de Cristo, etc.)&lt;br /&gt;            Documentos da Marinha&lt;br /&gt;            Documentos Militares e Guarda Nacional&lt;br /&gt;            Autorizações de comércio, navegação, etc. (Juntas de Comércio e outros órgãos)&lt;br /&gt;            Passaportes&lt;br /&gt;            Documentos da Alfândega (Manifesto dos navios, etc.)&lt;br /&gt;            (A lista é grande...) &lt;/p&gt;             &lt;u&gt;             &lt;p class="rMat"&gt;DOCUMENTOS PARTICULARES (Nas respectivas instituições e empresas)&lt;/p&gt;             &lt;/u&gt;             &lt;p class="rMat"&gt;Atas de Academias de Ciências e Letras&lt;br /&gt;            Gazetas e periódicos em geral&lt;br /&gt;            Registros de hospedagem&lt;br /&gt;            Registros de passageiros&lt;br /&gt;            Seguros de cargas de comerciantes&lt;br /&gt;            Arquivos das casas nobres&lt;br /&gt;            Arquivos bancários (O do Banco de Amsterdã, referente ao século XVII, é importante para              Brasileiros e Portugueses) &lt;/p&gt;             &lt;strong&gt;             &lt;/strong&gt;&lt;p class="rMat"&gt;&lt;strong&gt;Universidades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;            Atas de posse&lt;br /&gt;            Corpo Docente&lt;br /&gt;            Matrículas de alunos&lt;br /&gt;            Memórias escritas por ex-alunos&lt;/p&gt;             &lt;p class="rMat"&gt;================&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-256600518960086976?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/256600518960086976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/12/documentos-de-interesse-para-pesquisa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/256600518960086976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/256600518960086976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/12/documentos-de-interesse-para-pesquisa.html' title='DOCUMENTOS DE INTERESSE PARA A PESQUISA GENEALÓGICA'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-9220366539164399651</id><published>2010-12-31T04:40:00.000-08:00</published><updated>2010-12-31T04:42:14.365-08:00</updated><title type='text'>Antiga foto de Cisneiros</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TR3PdJ-1fcI/AAAAAAAABZ8/1Ya9kGEYf1Y/s1600/cisneiros9521.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 401px; height: 246px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TR3PdJ-1fcI/AAAAAAAABZ8/1Ya9kGEYf1Y/s320/cisneiros9521.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556825615047687618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É possível ver ainda de pé a antiga estação ferroviária!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-9220366539164399651?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/9220366539164399651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/12/antiga-foto-de-cisneiros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/9220366539164399651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/9220366539164399651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/12/antiga-foto-de-cisneiros.html' title='Antiga foto de Cisneiros'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TR3PdJ-1fcI/AAAAAAAABZ8/1Ya9kGEYf1Y/s72-c/cisneiros9521.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-8081934309741372972</id><published>2010-12-12T02:39:00.000-08:00</published><updated>2010-12-12T03:21:37.392-08:00</updated><title type='text'>Educação no Brasil - um projeto de atraso histórico</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há poucos dias ouvi um comentário de Arnaldo Jabor na rádio CBN sobre educação no Brasil. Ele pontuou muito bem os entraves que eram impostos ao Brasil por sua ex metrópole: Portugal. Livros só podiam ser publicados com o aval da Coroa e da Igreja Católica. A Educação era praticamente inexistente. Se não fossem os Jesuítas o atraso seria certamente maior.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Apenas a nível de comparação vamos ao ensino superior:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TQSu00Ia69I/AAAAAAAABZo/ivvzPC2kQF0/s1600/lima4850.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TQSu00Ia69I/AAAAAAAABZo/ivvzPC2kQF0/s320/lima4850.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5549752863197686738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;b&gt;Universidade Nacional Maior de São Marcos fundada em 12 de maio de 1551 por um decreto do rei Carlos I da Espanha &lt;/b&gt;sendo assim universidade mais antiga das Américas e uma das mais antigas do mundo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TQSvHgf1MMI/AAAAAAAABZw/QZhGwozyj88/s1600/cordoba13.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TQSvHgf1MMI/AAAAAAAABZw/QZhGwozyj88/s320/cordoba13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5549753184344682690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nossos vizinhos argentinos não ficam muito atrás. A Universidad Nacional de Córdoba é uma das maiores Universidades da Argentina e foi fundada em 1622.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, pasmem, não existia Universidade até o século XX. Quando a Corte Portuguesa se transferiu para o Brasil foram criados dois cursos superiores: Medicina no Rio de Janeiro e Salvador e Direito em São Paulo e Recife. No entanto, tratavam-se de faculdades csoladas com apenas um curso. &lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:lidthemecomplexscript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;    &lt;w:splitpgbreakandparamark/&gt; 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Ou seja, a universidade do Brasil ainda não completou um século de existência formal e foi criada &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;essencialmente, para que se  pudesse conceder um título de "Doutor Honoris Causa" ao Rei da Bélgica,  por ocasião de sua visita ao Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:donotpromoteqf/&gt;   &lt;w:lidthemeother&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:lidthemeasian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt; 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margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 255px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TN_h7lCsGPI/AAAAAAAABOw/hLBZL8Mv8XU/s320/r_chart2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539394480360921330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Conversa com Roger Chartier&lt;br /&gt;Por Isabel Lustosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não posso aceitar a idéia que está identificada com o pós-modernismo de que todos os discursos são possíveis porque remetem sempre à posição de quem o enuncia e nunca ao objeto", afirma o historiador em entrevista exclusiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrei Roger Chartier no hall da Casa de Rui Barbosa no dia anterior a essa entrevista. Ele voltava do almoço com Sandra Pesavento, sua amiga e organizadora do Seminário de História Cultural, do qual estava participando. Sandra já lhe havia falado de mim e dito do meu interesse em conversar com ele, de modo que quando nos vimos de longe ela me acenou. Imediatamente, o professor Chartier veio ao meio encontro com aquele sorriso simpático que é uma de suas características. Pois Roger Chartier, a par de ser uma celebridade do mundo acadêmico, é extremamente simples, afável, quase carioca na maneira natural e bem-humorada de se aproximar das pessoas, de deixá-las à vontade. Marcamos a entrevista para a manhã do dia seguinte (16/09/2004), no Hotel Glória, onde o historiador gosta de se hospedar no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabendo o quanto Chartier tem sido entrevistado por historiadores e jornalistas e seguindo o meu pendor natural para conhecer a vida das pessoas, orientei minhas primeiras perguntas no sentido de conhecer um pouco da biografia do entrevistado. Chartier resistiu bravamente a se tornar ele mesmo objeto de estudo, mas no exercício legítimo desta resistência nos proporciona aqui uma interessante reflexão sobre a questão biográfica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistado que facilita o trabalho do entrevistador, pois reage aos temas com clareza, vivacidade e erudição, o que ressalta do discurso de Chartier é o seu permanente interesse pelos temas relacionados ao seu trabalho. A maneira articulada e inteligente como as suas respostas brotam denunciam o intelectual em que trabalho e vida se confundem, tal como na proposição de Wright Mills: "A erudição é uma escolha de como viver e ao mesmo tempo uma escolha de carreira; quer o sabia ou não, o trabalhador intelectual forma seu próprio eu à medida que se aproxima da perfeição de seu ofício".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diretor na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, em Paris, e professor especializado em história das práticas culturais e história da leitura, Roger Chartier é um dos mais conhecidos historiadores da atualidade, com obras publicadas em vários países do mundo. Sua reflexão teórica inovadora abriu novas possibilidades para os estudos em história cultural e estimula a permanente renovação nas maneiras de ler e fazer a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier foi professor convidado de numerosas universidades estrangeiras (Princeton, Montreal, Yale, Cornell, John Hopkins, Chicago, Pensilvânia, Berkeley etc) e publicou no Brasil os seguintes livros: “História da vida privada, vol. 3: da Renascença ao Século das Luzes” (Companhia das Letras); “Cultura escrita, literatura e história” (Artmed), “Formas do sentido - Cultura escrita: entre distinção e apropriação” (Mercado de Letras), “Os desafios da escrita” (ed. da Unesp), “A aventura do livro” (Unesp), A beira da falésia” (Editora da Universidade), “Do Palco à Página” (Casa da Palavra), “A ordem dos livros” (UnB), “História da leitura no mundo ocidental” (Ática), Práticas da leitura” (Estação Liberdade), “O poder das bibliotecas: a memória dos livros no Ocidente” (sob a direção de M. Baratin e C. Jacob, Ed. UFRJ) e “Leituras e leitores na França do Antigo Regime” (Unesp).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é Roger Chartier? Como a sua obra se relaciona com a sua história de vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roger Chartier: Tenho sempre uma certa prudência com questões pessoais. Acho que, quando a gente fala de si, constrói algo impossível de ser sincero, uma representação de si para os que vão ler ou para si mesmo. Gostaria de lembrar, a este propósito, o texto de Pierre Bourdieu sobre a ilusão biográfica ou a ilusão autobiográfica. Bourdieu critica este tipo de narrativa em que uma vida é tratada como uma trajetória de coerência, como um fio único, quando sabemos que, na existência de qualquer pessoa, multiplicam-se os azares, as causalidades, as oportunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto da ilusão biográfica ou autobiográfica é pensar que as coisas são muito originais, singulares, pessoais, quando são, na verdade, freqüentemente, experiências coletivas, compartilhadas com as pessoas pertencentes a uma mesma geração. Ao fazer um relato autobiográfico é quase impossível evitar cair nesta dupla ilusão: ou a ilusão da singularidade das pessoas frente às experiências compartilhadas ou a ilusão da coerência perfeita numa trajetória de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que esse tipo de relato só tem sentido quando podemos relacionar um detalhe, algo que seria puramente anedótico, com o mundo social ou acadêmico em que se vive. Pierre Nora lançou a idéia de “ego-história” numa coletânea de ensaios onde estão reunidas oito autobiografias: George Duby, Jacques Le Goff, Pierre Duby, dentre outros. Eram autores conhecidos falando sobre sua trajetória pessoal ou relacionando-a com a escolha de determinado período ou campo histórico. Mas pessoalmente considero muito difícil evitar o anedótico ou o demasiado pessoal nesse tipo de relato. Como pensar em si, objetivando entender seu próprio destino social? Acho que é preciso primeiro situar-se dentro do mundo social e daí fazer um esforço de dissociação da personagem: a personagem que fala e a personagem sobre a qual se fala, que é o mesmo indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto posto, podemos entrar, com uma certa cautela, na resposta à sua pergunta. Nasci em Lyon e pertenço a um estrato social fora do mundo dos dominantes, sem tradição no meio acadêmico. Minha trajetória escolar e universitária foi conseqüência desta origem. Na França, o traço dominante era a reprodução: o sistema escolar e universitário levava a que os filhos reproduzissem as mesmas posições sociais dos pais. Pierre Bordieu e Jean Claude Passeron trataram desse tema em dois livros. O primeiro, publicado em 1964, chamava-se “Os herdeiros” e o segundo, de 1970, “A reprodução”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente que há espaço para que as pessoas que vêm de outro horizonte social possam driblar essa tendência. A minha própria trajetória pertence a esta exceção. Para entendê-la é preciso um certo conhecimento da realidade social do pós-guerra na França, entre os anos 1950 e 60, quando predominava o sistema de reprodução, mas onde havia também alguma possibilidade de ascensão para gente de outra origem social. Acho, no entanto, que quando há este tipo de tensão entre uma forma dominante de escola e uma individualidade de origem diferente que consegue furar este sistema sempre se mantém algo dessa tensão, dessa dificuldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O historiador inglês, Richard Hoggart, em seu livro “The uses of literacy”, reflete sobre a sua própria trajetória de estudante bolsista oriundo de uma família de operários. Esta filiação ao lugar de origem, essa relação entre a autobiografia e objeto de estudo, foi extremamente proveitosa no caso de Hoggart, não lhe parece?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: Traduzido para o francês como “La culture du pauvre”, o livro de Hoggart é realmente maravilhoso, pois consegue articular elementos biográficos com uma reflexão profunda sobre a mídia voltada para as classes populares, neste caso a classe operária inglesa dos anos 1940 e 50. O principal propósito desse livro é questionar a idéia segundo a qual todos os leitores ou ouvintes das produções dessa indústria cultural acreditavam piamente em suas mensagens. Viveriam sob uma forma de alienação, submetidos aos modelos sociais que as mensagens dos “mass media” do tempo -rádio, cinema e revistas- impunham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoggart queria mostrar que havia uma relação muito mais complexa, ambivalente, entre crer e não crer, aceitar a ficção e, ao mesmo tempo, ter a consciência de que se trata de um mundo irreal, um mundo de fábula, de ficção. A oposição entre nós e os outros era um elemento muito claro no livro de Hoggart, e a maneira como estabelece a relação entre história pessoal e discussão sociológica me parece muito justa e adequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Lyon, no entanto, não éramos uma classe operária no mesmo sentido de Hoggart. Vivíamos num mundo de artesãos que trabalhavam de uma maneira ou de outra na atividade dominante da cidade que é a seda. Havia algo como o que descreve Hoggart na relação com os horóscopos, com os diários de grande tiragem e as canções. Mas não havia apenas a circulação dos produtos culturais que descreve Hoggart, havia também um certo gosto por uma parte da cultura dominante. A ópera, por exemplo, era muito popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Lyon da minha infância ia-se à ópera como se ia ao cinema, duas, três vezes por semana. Era uma apropriação muito popular não de todo o repertório da ópera, mas principalmente da ópera italiana, de Verdi, dos franceses. Meu pai viu “Carmen” 25 vezes. Essa relação mudou entre os anos 1960 e 1970, quando este mundo dos artesãos foi gradativamente desaparecendo e, em seu lugar, surgiu uma fratura mais profunda entre o mundo dos que vão à ópera e o dos que gostam de outra forma de diversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um aspecto que me pareceu interessante no livro de Hoggart é a importância que a literatura teve para a sua formação. Imagino que na França, onde a tradição literária é tão forte, uma formação baseada nessas leituras de mocidade deve influir na possibilidade de romper com o sistema da reprodução. Você não acha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: De fato, na França, a literatura tinha muita importância na escola. Principalmente porque o currículo da escola primária utilizava para diversos exercícios pedagógicos fragmentos dos clássicos, de Victor Hugo, dos novelistas do século 19, como Alphonse Daudet. Dessa maneira, como a escola é obrigatória, cada um, até a idade de 14 anos, inclusive a gente das camadas mais populares, tinha uma relação direta, ainda que fragmentária, com esse corpus literário que define a literatura francesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os alunos dos liceus, havia também todo o repertório da literatura clássica do século 17: Corneille, Molière, Racine. Havia uma impregnação muito forte daquilo que, numa definição canônica, chamam de literatura. Não sei se isso ainda é assim hoje em dia, porque a escola primária ou secundária se desprendeu um pouco desse corpus canônico de textos e se abriu a autores contemporâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia também mudou muito. Recordo que nos anos 1960 havia somente uma rede de televisão que saía do ar às oito e meia da noite e onde se lia Corneille. Apresentar numa rede pública, com uma programação única para todos, às oito e meia, um texto clássico, é algo impensável hoje. Salvo nos canais particulares destinados a um certo público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo mudou profundamente no final dos anos 1960. 1968 foi um marco da ruptura cultural, não necessariamente no sentido que usualmente se pensa: de uma abertura, da quebra da autoridade, de formas mais abertas de comportamento. Mas o que também houve a partir de 68 foi o agravamento desse espírito de comercialização, com a destruição da dimensão cultural, por exemplo, da televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destruição no sentido de que não há apenas a possibilidade compartilhada por toda a gente de ver ou desligar a televisão. Agora há uma fragmentação infinita, há os canais para os que gostam de pop, para os que gostam de rock, da música clássica. É uma forma de fragmentação cultural que também se pode ver como uma forma de liberdade e de diversificação. Mas ao mesmo tempo, 68 marca também o desaparecimento de uma cultura compartilhada e arraigada numa referência como a literatura nacional e universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha geração foi, no Brasil, talvez a última em que a leitura dos clássicos da literatura universal era um hábito. Acho que isso criou um universo de referência para a nossa geração que é diferente dos jovens de hoje. De que maneira esse universo de referências culturais originadas da leitura dos clássicos está na base da visão de mundo do historiador de hoje em dia? Por outro lado, de que maneira esse universo de referência cultural mais ampliado contribuiu para a aceitação de abordagens interdisciplinares?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: Não devemos pensar que o passado era necessariamente melhor. Há autores que se especializaram nesse tipo de diagnóstico pessimista. Acho, ao contrário, que hoje se lê mais do que nos anos 1950. Inclusive porque o computador não é apenas um novo veículo para imagens ou jogos. Ele é responsável também pela multiplicação da presença do escritor nas sociedades contemporâneas. No computador tanto se pode lê os clássicos como publicações acadêmicas e revistas em geral. Podem não ser necessariamente leituras fundamentais, enriquecedoras, mas são leituras.&lt;br /&gt;Não se pode dizer, portanto, que estejamos assistindo ao desaparecimento da cultura escrita. O problema é qual cultura escrita persiste. É difícil entender a articulação sempre instável entre as novas formas culturais, as novas preferências dos jovens e o que se mantém como uma referência fundamental. O fato de que os textos lidos pelos adolescentes no computador, suas leituras prediletas, não pertençam àquele repertório definido como literário não é necessariamente algo ruim. O problema está numa certa discrepância entre essa nova cultura e os modelos de referência que, a nosso ver, seriam mais consistentes e forneceriam mais recursos para a compreensão do mundo social, a compreensão de si mesmo e a representação do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isto não tenho resposta, mas me parece que há duas posições que se deve evitar. Uma é a que considera que essa presença da literatura na realidade cotidiana pertence a um mundo definitivamente desaparecido. Não me parece um diagnóstico adequado, pois há, na atualidade, um esforço dentro da escola e fora da escola para preservar a cultura literária. O que torna difícil identificar esse esforço é que, se antes ele era evidente e se concentrava em algumas atividades, hoje ele se diversifica através, por exemplo, dos novos e variados meios de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra posição é a dos que pensam que não há nada de proveitoso, útil ou fundamental nesse novo mundo. Postura que me parece muito inadequada quando pensamos nas possibilidades educativas criadas pelas novas tecnologias, nas diversas experiências para a alfabetização, para a transmissão do saber à distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que é responsabilidade dos intelectuais, dos meios de comunicação, dos editores, assegurar a transmissão de um saber sobre o mundo, através de projetos que vinculem a dimensão estética ou a dimensão científica com a existência cotidiana. Para que as pessoas não sejam totalmente submetidas às leis do mercado, à incerteza ou à inquietude, o essencial é dar a cada um instrumentos que lhe permita decifrar o mundo em que vive e a sua própria situação neste mundo. Esse saber que pode vir da sociologia, da literatura, da história, possibilitaria a resistência às imposições dominantes que vêm de todas as partes: dos discursos ideológicos, das mensagens dos veículos de comunicação, da cultura de massa etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que Hoggart descrevia em seu maravilhoso livro era a maneira como também podemos nos plasmar, nos construir através do conhecimento. Trata-se de uma experiência densa e forte que se pode obter através dos textos literários, do presente ou do passado, uma perspectiva que envolve tanto a transmissão da beleza, mas também uma dimensão crítica. Mas me parece que, se há um caminho não literário para se adquirir saber sobre o mundo social, por que procurar os instrumentos mais vulneráveis para decifrar esse mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da valorização teórica que a moderna historiografia tem promovido da narrativa sempre vejo os historiadores a trabalharem ainda com um certo pudor, acompanhando cada fato narrado de uma análise minuciosa daquele aspecto ou então recorrendo ao chamado argumento de autoridade. Parece-me que isso prejudica o resultado do ponto de vista da narrativa, pois, em geral, a torna fragmentada e desinteressante. O que você acha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: Entre os anos 1950 e 60, os historiadores buscavam uma forma de saber controlado, apoiado sobre técnicas de investigação, de medidas estatísticas, conceitos teóricos etc. Acreditavam que o saber inerente à história devia se sobrepor à narrativa, pois achavam que o mundo da narrativa era o mundo da ficção, do imaginário, da fábula. Desta perspectiva os historiadores rechaçaram a narrativa e desprezaram os historiadores profissionais que seguiam escrevendo biografias, história factual e tudo isso. A tradição francesa dos Annales foi uma das que levou mais longe essa tendência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, no entanto, a situação tornou-se muito mais complicada. Uma das razões é que autores como Hayden White e Paul Ricoeur mostraram que, mesmo quando os historiadores utilizam estatísticas ou qualquer outro método estruturalista, produzem uma narrativa. Quer dizer: quando dizem que tal coisa é conseqüência ou causa de outra, estabelecem uma ordem seqüencial, se valem de uma concepção da temporalidade, que é a mesma de uma novela e de um relato historiográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, entidades abstratas, como classes, valores e conceitos, atuam no discurso dos historiadores quase como personagens, havendo toda uma forma de personificação das entidades coletivas ou abstratas. Dessa forma o historiador não pode evitar a narração, inclusive quando a rechaça conscientemente. Pois a escrita da história por si mesma, pela maneira de articular dos eventos, pela utilização da noção de causalidade, trabalharia sempre com as mesmas estruturas e com as mesmas figuras de uma narrativa de ficção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a partir desse parentesco entre a narrativa de ficção e a narrativa histórica que se coloca a questão: onde está a diferença? Alguns críticos pós-modernos adotaram um relativismo radical e decidiram que não havia diferença e que a história era ficcional não apenas no sentido da forma. Ou seja: não diziam que não há verdade na história, mas que a verdade do saber histórico era absolutamente semelhante à verdade de uma novela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros historiadores, dentre os quais eu me insiro, acreditam que há algo específico no discurso histórico, pois este é construído a partir de técnicas específicas. Pode ser uma história de eventos políticos ou a descrição de uma sociedade ou uma prática de história cultural, para produzi-la o historiador deve ler os documentos, organizar suas fontes, manejar técnicas de análise, utilizar critérios de prova. Coisas com as quais um novelista não deve se preocupar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, se é preciso adotar essas técnicas em particular, é porque há uma intenção diferente no fazer história: que é restabelecer a verdade entre o relato e o que é o objeto deste relato. O historiador hoje precisa achar uma forma de atender a essa exigência de cientificidade que supõe o aprendizado da técnica, a busca de provas particulares, sabendo que seja qual for a sua forma de escrita esta pertencerá sempre à categoria dos relatos, da narrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns historiadores decidiram então que não valia à pena lutar contra algo inevitável e passaram a utilizar-se dos recursos mais persuasivos da narrativa a serviço de uma demonstração histórica. Adotaram formas de narrativa que permitiam assegurar, digamos assim, a mise-en-scène da prova. Historiadores como Carlo Ginzburg utilizam técnicas de narração que são até mesmo mais cinematográficas do que propriamente novelescas. Outros entrecruzam diversas histórias de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que a situação atual não é a de uma oposição absoluta entre a narrativa como ficção e a história como saber, mas de um saber que se escreve através da narrativa e daí ser necessária uma reflexão sobre que tipo de narrativa adotar. Uma narrativa onde se respeite o discurso do saber, mas que, ao mesmo tempo, seja atrativa para um público de leitores. Não é uma tarefa fácil, mas há exemplos que demonstram que pode ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez aqui se possa colocar também a questão do talento do narrador. Alguns livros de história, como os de Robert Darnton, Nathalie Zemon Davies e Michel Volvelle, são bem escritos, agradáveis de ler...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: É uma questão de talento, sim, mas também do campo de investigação. Penso que há formas de saber nas ciências humanas e sociais que são absolutamente fundamentais, mas que não podem se apresentar através de maneiras tão sedutoras ou mesmo que não pretendem necessariamente encontrar um grande público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém trabalha, por exemplo, sobre técnicas arqueológicas na Mesopotâmia antiga ou sobre algum tema da história econômica mais difícil, evidentemente os critérios de cientificidade exigidos para a realização do trabalho o afastam de um formato mais sedutor e fácil para os leitores. Se alguém trabalha, por exemplo, sobre a filologia grega, estabelecendo o texto de uma tragédia de Sófocles, é uma contribuição fundamental para o conhecimento, mas não vamos pensar que vá vender 100 mil exemplares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo isso porque me parece que na França, particularmente, após o sucesso de livros como o “Montaillou”, de Le Roy Ladurie, fixou-se a idéia de que toda a obra de história deveria necessariamente atrair um grande público. A partir daí as editoras passaram a privilegiar os livros que tratavam de temas que estivessem na moda, adotando uma atitude de desprezo para com trabalhos mais modestos ou difíceis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um lado é muito bom pensar que o historiador não deve permanecer em sua torre de marfim, que assim está fazendo algo útil ao fornecer um instrumento crítico ao público para pensar seu passado coletivo e seu mundo contemporâneo. Mas isto se torna perigoso quando a busca pelo êxito afasta o historiador dos objetos ou critérios próprios da prática científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante é estabelecer formas de mediação. Atualmente, junto com Michèlle Perrot e Jacques Le Goff, ocupo-me de um programa de rádio em Paris, “Les matins de France culture”, onde discutimos livros que dificilmente podem encontrar um grande público. Mas, se há a mediação, o público pode ter idéia do progresso do saber. Isso é um exemplo do que considero uma forma mediatizada de conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algum tempo fiz a resenha de um livro de ensaios do antropólogo James Clifford. Tive uma certa sensação de desconforto diante de leitura pós-moderna e desconstrutivista que ele faz da tradição etnográfica. A etnografia foi um instrumento criado pela cultura ocidental para entender pessoas de outras culturas, não significando que aquelas pessoas tivessem a mesma ânsia de nos entender ou de entenderem a si mesmas, ou, ainda, que achassem que a etnografia seria a ferramenta adequada para isto. Cada cultura tem os seus próprios meios de se relacionar com o mundo. A meu ver, sempre se parte de uma base histórica, ideológica ou cultural para fazer alguma coisa, para pensar ou para agir. O pós-modernismo foi um exercício de desconstrução da cultura ocidental, e nossa base é o universo de informações que compõem a cultura ocidental. Ela é que nos fornece os instrumentos e a motivação para pensarmos sobre nós e sobre o mundo. E até para fazer a crítica dessa maneira de pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: Penso que, em certo sentido, o trabalho de James Clifford está em paralelo ao de Hayden White. Acho que é algo legitimo fazer historiadores e antropólogos refletirem sobre a própria escrita. Durante muito tempo a escrita foi vista como um meio neutro para falar sobre o passado ou para descrever o outro. Daí ter sido fundamental fazer dela um objeto de reflexão, tal como fez White, ao pensar sobre o papel, na escrita do historiador, de elementos como a retórica e as figuras que se manejam para escrever sobre o passado. O mesmo fez James Clifford com relação aos dispositivos que os antropólogos utilizam em seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra contribuição fundamental dessa corrente foi a idéia de que há uma descontinuidade necessária entre o presente e o passado, ou entre o antropólogo e o outro, a qual não pode ser anulada pela idéia de universalidade e de compreensão de si próprio. Tal concepção se apóia sobre o conceito de descontinuidade de Foucault, que demonstrou que existe ruptura em conceitos como de loucura, medicina, clínica e sexualidade. Essa atitude proporciona uma consciência dos limites da utilização de técnicas de investigação ou de observação. Supõe também uma forma de ética na investigação, no encontro com o outro, do passado ou de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tanto no texto de White quanto no de Clifford há um relativismo absoluto. Não posso aceitar a idéia que está identificada com o pós-modernismo de que todos os discursos são possíveis porque remetem sempre à posição de quem o enuncia e nunca ao objeto. De acordo com essa visão, o discurso é sempre autoproduzido: não diz nada sobre o objeto e diz tudo sobre quem o escreveu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-me uma conclusão equivocada, a partir de premissas interessantes, porque, tanto no caso da história quanto no da antropologia, uma produção de saber é possível e necessária. É também uma perspectiva que se vale dos argumentos do politicamente correto, assumindo-se como a forma de respeitar o outro, aquele que está absolutamente desconhecido, conservando-lhe a identidade própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta justaposição de situações históricas ou situações antropológicas onde não existe nenhuma comunicação, nenhum intercâmbio, nem sequer de saberes, parece uma forma terrivelmente reducionista daquilo que poderia ser um projeto de conhecimento compartilhado. Razão pela qual estou completamente em desacordo com essa postura pós-moderna, essa idéia de que não há nenhuma possibilidade de conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É diferente dizer que esse conhecimento sempre esteve organizado a partir dos esquemas de percepção, de classificação e compreensão do observador. E que, se existem formas de descontinuidade culturais, é preciso, assim mesmo, fazer um esforço para entender o passado e o outro. Pois foi a partir dessa dupla perspectiva que se construiu um saber, e me parece que os trabalhos fundamentais da história e da antropologia demonstram que este saber não só é possível como também pode ser oferecido ao outro para conhecimento de si mesmo -para fazer com que o objeto do saber possa transformar-se em seu próprio manufator, não dependendo apenas do conhecimento produzido pelo antropólogo ou historiador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-me que, assim, temos a circulação da força crítica do saber. Se isso for destruído, cai-se num relativismo absoluto. O que me parece seria uma conclusão trágica e ao mesmo tempo muito ideológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento temos a sensação de que tudo se tornou possível: práticas que haviam sido banidas por um conjunto de acordos internacionais no pós-guerra vêm sendo implementadas pelos EUA na guerra no Iraque ou ao manterem pessoas presas sem julgamento em Guantânamo. Ao mesmo tempo, ocorre a perda de força de organismos internacionais, como a ONU. Na medida em que sabemos que as grandes idéias são filtradas e incorporadas à agenda do senso comum, a perspectiva radicalmente relativista do pós-moderno não teria influído de alguma forma nesse tipo de política, esvaziando a confiança em algumas conquistas do humanismo e da cultura do Ocidente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: O maior paradoxo do pós-modernismo é que nasce de uma perspectiva crítica das autoridades, das hierarquias e dos elementos dominantes, mas, com a introdução da dimensão epistemológica do relativismo, a análise fica sem nenhum recurso para fundamentar esta postura crítica. Pois, se tudo é possível, todos os discursos podem ser diferentes por sua competência retórica, por sua arte de expressão, mas em termos de saber e como instrumento crítico não há diferença entre eles. Cria-se uma tensão fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hayden White, por exemplo, é um humanista que compartilha os valores morais do humanismo. Mas a aplicação de sua perspectiva não dá à história instrumentos para produzir um conhecimento crítico, desmentir as falsificações e estabelecer um saber verdadeiro. Porque, se não há nenhum critério para estabelecer diferenças entre os discursos dos historiadores, torna-se muito difícil criticar os discursos enganosos, as falsificações e as tentativas de reescrita do passado. Este é, me parece, o grande limite do pós-modernismo: a contradição entre sua intenção e a sua epistemologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu livro “O grande massacre dos gatos”, Robert Darnton adota as idéias e os métodos de Clifford Gertz, dando tratamento etnográfico a um objeto de estudo histórico. Esse foco ampliado sobre um detalhe me parece produzir uma visão distorcida do objeto. De que forma você vê esse tipo de investigação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: Houve um grande debate depois da publicação do livro de Darnton. Uma das críticas mais fortes feitas a ele tem a ver com a sua identificação com as idéias de Geertz e de sua tendência à textualização das estruturas, das práticas rituais e de toda a cultura. O ponto de partida de Darnton, utilizando a idéia de Geertz de que um rito pode ser lido como um texto, era que se podia pensar as práticas sociais como se fossem textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em “O grande massacre dos gatos” as fontes de que Darnton se vale são, sobretudo, textuais. Os historiadores que trabalham com textos desenvolvem, em primeiro lugar, uma análise crítica do texto. No entanto, Darnton quase não avança nessa direção. Para tratar o rito como texto há como que uma supressão do texto em que o rito está narrado. Quando se analisa meticulosamente aquele trabalho surge um problema: não se pode dizer se a matança é imaginária ou real, se teria ocorrido realmente. Ele menciona o texto de um artesão, mas não lhe dá maior importância, porque pretende se colocar imediatamente na situação de um espectador do massacre. Como Geertz em Bali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos pensar que há uma identidade necessária entre a lógica propriamente textual e as estratégias das práticas. Foucault estudou em seus livros a tensão entre as séries discursivas e os sistemas não-discursivos. Michel de Certeau plasmou isto na tensão entre as estratégias discursivas e as táticas de apropriação. Bourdieu refletiu sobre as razões escolásticas e o sentido prático. Nesses três casos de vocabulários teóricos diferentes o que há em comum é a diferenciação entre a lógica da produção textual ou da decifração de um texto utilizando as escritas e as práticas ou estratégias de outras formas de construção, que são as práticas cotidianas, habituais etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto está em oposição à idéia de Geertz que parece querer ver todas as práticas do mundo social como se fossem textos decifráveis. O mais complicado para o historiador é que essas práticas não-textuais, em geral, se encontram através de textos. O desafio fundamental para o historiador é entender a relação entre os textos disponíveis e as práticas que estes textos proíbem, prescrevem, condenam, representam, designam, criticam etc. O essencial é pensar a irredutibilidade entre a lógica da prática e a lógica do discurso que, tal como dizia Bourdieu, não se podem confundir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As práticas do passado são acessíveis a nós, em geral, através de textos escritos. E o historiador escreve sobre essas práticas. Ao descrevê-las o historiador tem que ter claro que a operação da escrita não cria uma forma de relação particular com essas práticas, que se tornaram conhecíveis através de sua mediação. O desafio fundamental é pensar conceitual e metodologicamente a articulação e a distância entre as práticas e os discursos e evitar a repetição daquele momento, entre os anos 1950-60, em que a metáfora do texto se aplicava a tudo: aos ritos, à sociedade etc. Era muito cômodo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então qualquer documento que não seja escrito, que não seja texto, coloca para o historiador esse tipo de problema. Tal é o caso dos que trabalham com imagens -objeto que não é possível enfrentar através de métodos ou regras muito esquemáticos, não lhe parece?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: A imagem é um exemplo magnífico para pensar o que dissemos, pois não é uma prática disseminada, é silenciosa, não é sequer um texto. Creio que querer analisá-la como texto é uma perspectiva teoricamente equivocada, porque a lógica de construção da imagem ou de decifração da imagem não é a mesma do texto. Parece-me que a lógica gráfica e a lógica textual não se identificam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lógica textual é necessariamente uma lógica linear, a escrita se descreve através de ordem seqüencial. E a leitura, inclusive quando se vai de um fragmento a outro, é uma leitura seqüencial. A observação de um quadro não está organizada segundo esta ordem seqüencial. É algo com uma lógica própria e que não se identifica com a lógica textual. Há uma questão de diferentes planos, de diferentes entradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para restituir a lógica na decifração da imagem, o historiador necessariamente deve manejar a ordem seqüencial ou linear da escrita. O resultado desse esforço é uma tensão. O que não significa ser essa uma tarefa impossível, mas que é preciso estar consciente de suas dificuldades. Meu amigo Louis Marin, cuja obra admiro, construiu uma argumentação a propósito de como fazer textos com imagens. Ele cita como exemplo “Os salões”, artigo em que Diderot transforma um quadro em texto para criticá-lo. E toda a crítica estética supõe essa operação de fazer textos com imagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contrário disto, fazer imagens a partir de textos, é o princípio de toda a iconografia cristã. Textos se transformam em imagens, e vice-versa, mas nunca são idênticos entre si, pois há toda uma série de interpretações, mediações, apropriações. É possível utilizar a metáfora da imagem como texto, ou da observação como leitura. Porém deve-se ter consciência de que é apenas uma forma de falar, que não há uma adequação lógico-teórica entre os dois documentos e que nunca se dissolve a irredutibilidade da diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma demonstração perfeita desta irredutibilidade verificou-se quando alguns poetas tentaram romper com essa lógica linear e seqüencial e apresentaram o texto escrito como se fosse um grafismo, com uma forma em que se podia entrar no texto de maneira diversa, sem a imposição da ordem linear da escrita. Foi um esforço para fazer com que a escrita fosse mais identificada pela sua forma gráfica do que por seu conteúdo semântico. A meu ver as questões relativas a imagens estarão sempre trafegando entre o espaço que vai da crítica textual à crítica estética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra questão é a do estilo, da retórica no texto de história. Por exemplo, o tratamento irônico do problema, tal como você identificou em Hayden White.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: Quando Hayden White descreve as quatro figuras retóricas que seriam sempre utilizadas pelos historiadores, inclui, ao lado da metáfora, da sinédoque e da metonímia, a ironia como uma forma de escrita histórica que se pode utilizar inclusive para temas que não tem a ironia como objeto. Não conheço muitos historiadores que tenham empregado esse recurso para escrever textos de história, talvez por causa da tensão que o uso da ironia provoca no texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que fazer rir era a idéia de Darnton em “O grande massacre dos gatos”, ao divulgar o texto sobre aqueles artesãos para os quais era muito divertido matar gatos. Em todas essas obras verificamos que estamos diante de uma descontinuidade. Os dispositivos, os temas, as formas, os gêneros que, em um dado momento, provocam o riso ou o sorriso são historicamente definidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, se podemos entender porque esse fato fazia rir à gente do Renascimento é porque há continuidade suficiente para que os outros aspectos sejam percebidos, entendidos e compreendidos. E o que mais temos discutido com o pós-modernismo é sobre a necessidade de reconhecer as descontinuidades históricas sem cair no relativismo que estabelece que não há relação possível através de uma distância profunda e que assim é impossível qualquer compreensão do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente, aqui no Brasil, têm circulado na internet textos falsamente atribuídos a escritores e jornalistas célebres. São textos que têm uma certa identidade com o estilo do suposto autor, mas que são renegados com indignação. Já houve também casos de textos atribuídos a Jorge Luís Borges e a Gabriel García Márquez, que, depois de muito terem rodado na rede, os especialistas negaram ser deles. Que outros problemas para a questão da autoria a internet provoca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: Trata-se de uma atitude inversa à do plágio, que é roubar um trabalho e assiná-lo, enquanto aqui se rouba o nome de alguém para por no seu próprio texto. Mas este não é um fenômeno diretamente vinculado à internet. Esta apenas modificou a forma de circulação dessas falsificações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lope de Vega, por exemplo, em pleno século 16, se queixava que outros dramaturgos utilizavam seu nome para vender comédias muito ruins que ele nunca havia escrito. Para se proteger, ele divulgou uma lista com todas as suas obras, que eram muitas, cerca de 450, pois ele era muito prolífico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo da imprensa e da representação teatral essa apropriação do nome pode ter diversos fins, no caso de Vega servia para vender as comédias. Pode também servir para pensar em si mesmo como capaz de escrever um texto de Borges. No caso de Borges, parece um fenômeno bem-vindo, uma vez que ele escreveu muitas obras assinadas com nomes que não eram o seu, como se tivessem sido escritas no século 18.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O copyright se baseia na idéia de que o texto é uma criação, uma parte do indivíduo, expressão de seus sentimentos, de sua linguagem. A relação entre o texto e a subjetividade, a idéia de que o texto é uma projeção do indivíduo tendo como conseqüência econômica a propriedade do texto surge a partir da metade do século 18. O problema da circulação textual em forma eletrônica, quando não há formas de se fechar o texto, é que ela criou dificuldades para os direitos de propriedade literária. Cada texto pode ser alterado pelo leitor e enviado pela internet. Essa maleabilidade do texto na forma eletrônica tornou difícil proteger o direito de propriedade literária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foucault apresentou na sua conferência inaugural do Collège de France a idéia de um mundo textual sem apropriações, sem nome, feito de ondas textuais que se sucediam, onde cada um poderia escrever suas palavras em um discurso já existente. Era um paradoxo, porque ele apresentava seu sonho de uma textualidade coletiva, indefinida, a partir da posição mais individualizada, a mais prestigiosa da universidade francesa. De certa forma a internet permite aos autores que realizem esse sonho à medida que deixa o texto aberto às escritas, apropriações e alterações. Mas há aqueles fiéis ao século 18 que reivindicam a propriedade literária e a identidade da autoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um tema que vem sendo discutido nos EUA é a forma de impedir que o texto seja transformado, copiado ou impresso. Trata-se de uma questão complicada porque a única maneira de solucioná-la é fechando os textos. E isto é um paradoxo, pois a invenção da internet deu-se justamente para facilitar o acesso aos textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este foi o problema dos e-books, um texto pelo qual se pagava, mas que não se podia alterar, copiar ou imprimir. Protegia os direitos do editor ou do autor, mas não fez sucesso porque o que torna essa nova tecnologia textual tão atraente é justamente a liberdade, a mobilidade. Todas as invenções que vêm no sentido de constranger essa liberdade são consideradas violências contra as novas tecnologias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma discussão acontece no meio das publicações científicas. Há revistas eletrônicas que querem proibir o acesso gratuito e a possibilidade de cópia dos artigos publicados. E há comunidades investigadoras que afirmam, à maneira de Condorcet no século 18, que o saber é algo que não pode ser apropriado, pois é útil para o progresso da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas comunidades investigadoras na área de biologia, por exemplo, tentam criar uma forma de difusão dos resultados fora do controle econômico das revistas, cuja assinatura pode chegar a US$ 8 mil ou mesmo a US$ 12 mil. É uma questão que ainda está para ser resolvida: a internet como uma textualidade livre e móvel ou como forma de publicação segundo os mesmos critérios jurídicos e estéticos da publicação impressa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um controle difícil de obter, pois a indústria fonográfica está perdendo essa guerra…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: Mas a diferença é que a estrutura do livro impresso impõe o texto ao leitor sem que ele possa modificá-lo. Mesmo que se escreva nas páginas em branco, há o reconhecimento da autoria e que isto implica em direitos econômicos e morais. Mas o texto eletrônico é um texto aberto, no qual é possível interferir. É uma grande diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra grande diferença é que no mundo do texto impresso há uma correspondência entre o tipo de publicação e o tipo de textos que se publica nela. Uma revista não é um jornal, que não é um livro, que não é um documento oficial, que não é uma carta. Há uma hierarquia de objetos que correspondem a uma diferenciação na taxonomia do texto. O computador quebra isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do momento em que o mesmo aparato, na mesma forma, dá a ler todos os tipos de discursos em termos de gênero, da carta ao livro, ou em termos de autoridade, é mais difícil para o leitor que não está preparado fazer a diferenciação imediata -que está muito mais evidente no material impresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que todos os gêneros de textos, desde os mais íntimos aos mais públicos, se dão a ler de uma forma quase idêntica sobre o mesmo aparato, há uma ruptura muito grande na maneira de entrar ou de conceber ou de manejar o mundo dos textos. Para o melhor ou para o pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o melhor, porque permite esta proximidade entre os textos, porque há uma circulação textual que não é simplesmente a mobilidade de cada texto separadamente, senão a mobilidade textual, que seria uma forma de invenção e renovação. Para o pior, quando pensamos nos que negam a existência das câmaras de gás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém busca informações sobre o Holocausto no mundo da cultura impressa ou se, ao fazer um trabalho para a escola, consulta enciclopédias, livros de história, revistas reconhecidas, não terá tanto contato com a propaganda dos negacionistas, que é totalmente marginalizada. Em muitos países ela está proibida ou só existe em revistas que não se encontram facilmente. Assim, as informações sobre o Holocausto serão obtidas em textos mais ou menos controlados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um jornalista fez a mesma investigação sobre o Holocausto na internet e encontrou uma enorme quantidade da propaganda negacionista, revisionista, apresentada com todas a aparência de texto científico. Se o leitor não está preparado para estabelecer a diferença que já foi estabelecida na cultura impressa por meio do formato editorial ou das comunidades cientificas, há um risco de confusão entre o que é informação e o que é saber. É informação conhecer toda essa propaganda revisionista, mas não é saber. É o contrário do saber, é a falsificação da verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande dificuldade é como controlar, como estabelecer critérios para isto. Quem vai estabelecer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: Voltamos ao nosso primeiro tema de discussão. Não se trata de censura, mas de como reconhecer a autoridade científica. Não autoridade no sentido canônico, e sim a autoridade que se afirma através da evidência, da prova. Os textos que descrevem uma realidade histórica não têm autoridade científica equivalente. É através disto que podemos reconhecer a diferença entre um texto dos revisionistas que inventaram que as câmaras de gás nunca existiram, que nunca aconteceu o massacre de milhões de judeus, e um texto de um historiador que se pode encontrar em uma enciclopédia, em livros de divulgação e que estabeleceu uma percepção adequada do acontecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que digo é que este diferencial de credibilidade científica era estabelecido no mundo impresso a partir das diferenciações editoriais entre os tipos de publicações e as formas do discurso. A gente podia dar mais crédito a um livro publicado por uma editora reconhecida por sua exigência que a um artigo de periódico ou a uma carta privada. Essa operação não é impossível com o texto eletrônico. Ela se tornou mais difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez porque credibilidade é uma coisa que se conquista com o tempo. É como o prestígio de algumas universidades e o descrédito de outras. Dentro da internet ainda não houve tempo para criar portais em que o usuário possa dizer com toda convicção: neste eu posso confiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: De fato, é preciso dar aos usuários da internet instrumentos críticos para entender como os textos foram construídos, para avaliar o grau de seriedade de cada local. Não podemos minimizar o significado da ruptura de um mundo onde objetos e textos estão vinculados através de materialidades múltiplas com um mundo em que a mesma superfície iluminada do monitor dá a ler todos os gêneros textuais. A reflexão sobre essas transformações muda a percepção dos textos e de suas diferenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma descontinuidade com a leitura com que estávamos familiarizados e isto implica na transformação da relação fundamental com algo que continua a ser um texto, mesmo que em diferentes formas. A leitura eletrônica é uma leitura da fragmentação, dos extratos de livro, sem que se saiba nada sobre a totalidade da qual se extraiu aquele fragmento, pois o fragmento eletrônico não mantém nenhuma ligação com o texto que garantia o conhecimento da totalidade. O problema é saber se a internet pode superar a tendência à fragmentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já orientou muitos brasileiros. Ao longo desse tempo você leu muito sobre o Brasil nas teses desses orientandos. A partir dessas leituras como você vê o Brasil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chartier: Acho que há aqui uma circulação entre os campos disciplinares da antropologia, da história e da sociologia cultural mais forte que em outros lugares. O campo da educação, por exemplo, que em muitos países é muito especializado, aqui me parece estar bastante integrado ao mundo das ciências sociais. A maior parte dos trabalhos que orientei tratam de uma forma ou de outra do mundo das práticas culturais, da história da publicação e da circulação dos textos e um pouco também do mundo social, da história da vida privada, das estruturas sociais do Brasil colônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma vitalidade impressionante nesse tipo de investigação. O problema é que na Europa ou nos Estados Unidos existe uma total falta de interesse por outros territórios. Todo mundo está muito preso a seu próprio campo de investigação e não se dá conta de que é possível aprender muito com estudos sobre temas que não são os seus. Isso impede que circulem numerosos trabalhos que mereceriam ter um reconhecimento mais forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para divulgar esses trabalhos que têm uma força metodológica ou teórica inspiradora, seria preciso fazer com que editoras norte-americanas traduzissem obras latino-americanas para o público que não lê em espanhol. Pode-se perceber nas referências bibliográficas de trabalhos realizados na Europa e nos EUA que muitas obras latino-americanas não estão em inglês, salvo trabalhos de autores americanos e ingleses sobre o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução de Ana Carolina Delmas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isabel Lustosa&lt;br /&gt;É cientista política, pesquisadora da Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, e autora de "Insultos Impressos – A Guerra dos Jornalistas na Independência" (Companhia das Letras, 2000).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-833881261793170752?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/833881261793170752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/11/entrevista-com-roger-chartier.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/833881261793170752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/833881261793170752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/11/entrevista-com-roger-chartier.html' title='Entrevista com Roger Chartier'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TN_h7lCsGPI/AAAAAAAABOw/hLBZL8Mv8XU/s72-c/r_chart2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-750399948425932981</id><published>2010-11-14T04:27:00.000-08:00</published><updated>2010-11-14T04:27:35.926-08:00</updated><title type='text'>Maior Absurdo histórico do século XXI - Talibã destrói estátua milenar de Buda</title><content type='html'>&lt;object style="background-image:url(http://i4.ytimg.com/vi/kLviGqEE4Aw/hqdefault.jpg)"  width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kLviGqEE4Aw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/kLviGqEE4Aw?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" width="425" height="344" allowScriptAccess="never" allowFullScreen="true" wmode="transparent" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Budas gigantes de Bamiyán, no Afeganistão, serão dinamitados. A milícia talibã já atacou os Budas com tanques, lança-foguetes e armas automáticas. Explosivos já foram colocados em vários pontos para a destruição total das duas esculturas, que medem 55 metros e 38 metros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A destruição das obras do budismo pré-islâmico começou nesta quinta-feira, três dias depois da ordem emitida por Mohamed Omar, o chefe supremo dos talibãs. Ele entende que as estátuas são anti-islâmicas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-750399948425932981?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/750399948425932981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/11/maior-absurdo-historico-do-seculo-xxi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/750399948425932981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/750399948425932981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/11/maior-absurdo-historico-do-seculo-xxi.html' title='Maior Absurdo histórico do século XXI - Talibã destrói estátua milenar de Buda'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-9147176901943204174</id><published>2010-11-10T02:27:00.000-08:00</published><updated>2010-11-10T02:43:07.343-08:00</updated><title type='text'>Religião e o declínio da magia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TNp3BvE-iqI/AAAAAAAABOY/TlgC4yjR5Ew/s1600/thomasrelig34563.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 222px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TNp3BvE-iqI/AAAAAAAABOY/TlgC4yjR5Ew/s320/thomasrelig34563.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5537869563506363042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Religião, astrologia e magia ajudam o homem a enfrentar momentos  difíceis, ensinando-o a evitar as desgraças ou, pelo menos, dando uma  explicação para elas. Numa época de muita pobreza, muitas doenças,  medicina precária e desgraças súbitas - como a Inglaterra dos séculos  XVI e XVII - essas crenças desempenhavam um papel essencial na sociedade  como fonte de alívio material e meio de explicar infortúnios de outra  forma incompreensíveis. Neste livro erudito e fascinante, Keith Thomas  examina minuciosamente a função de astrólogos, curandeiros, adivinhos,  bruxos, profetas e o sistema de crenças relacionadas que permeavam toda a  sociedade inglesa, embora tivesse presença mais marcante entre as  classes populares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse terreno controverso e, com freqüência,  pantanoso, o autor constrói uma obra de rigor exemplar, que desfaz  mitos, põe por terra interpretações que pareciam corretas, desentranha  relações complexas e vai fundo em cada aspecto estudado, sempre  fundamentado em uma documentação impressionante e fazendo uso de  interpretações esclarecedoras, como as da antropologia contemporânea. Ao  mesmo tempo, traz à vida personagens cativantes, algumas obscuras,  cujas histórias estavam perdidas em arquivos judiciais, e outras de  astrólogos famosos, que chegaram a alcançar notoriedade e deixaram seus  livros de casos para a posteridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O objetivo primordial de Thomas é compreender alguns sistemas de crenças que, normais na Inglaterra dos séculos XVI e XVII, já não gozam do mesmo significado em nossa época. Enseja-nos, desse modo,uma prazerosa viagem através de temáticas tão fecundas quanto a  religiosidade popular, a magia na igreja medieval, o impacto da reforma protestante, a prece e a profecia, a Cura mágica, o curandeirismo, assim como a astrologia. Percorre formas clássicas de apelo ao passado, tais como as antigas profecias, ou ainda crenças como fantasmas e duendes. Seu eixo é, em alguns momentos, a forma especifica da bruxaria na Inglaterra, associada à história da criminalidade, de modo a dar conta dos mecanismos sociais de produção da bruxa, bem como de seu declínio. A parte final e a conclusão detém-se, como o próprio título sugere,em caracterizações das razões do declínio da magia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas das crenças aqui  descritas parecem-nos completamente estranhas: acreditava-se, por  exemplo, que um toque de mão do rei curava doenças, ou que uma pomada  aplicada numa arma ajudava a sarar o ferimento que ela provocara. Outras  nos são mais familiares, pois extravasam do local e da época para  continuarem presentes de alguma forma no mundo de hoje. O próprio autor  nos adverte que, embora a importância da magia tenha declinado no final  do século XVII, ela não desapareceu, nem vai desaparecer: "Se a magia  for definida como o emprego de técnicas ineficazes para mitigar a  ansiedade quando as eficazes não estão disponíveis, então devemos  reconhecer que nenhuma sociedade jamais estará livre dela".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-9147176901943204174?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/9147176901943204174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/11/religiao-e-o-declinio-da-magia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/9147176901943204174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/9147176901943204174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/11/religiao-e-o-declinio-da-magia.html' title='Religião e o declínio da magia'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TNp3BvE-iqI/AAAAAAAABOY/TlgC4yjR5Ew/s72-c/thomasrelig34563.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-6847051227162946909</id><published>2010-05-20T13:04:00.000-07:00</published><updated>2010-05-20T15:14:11.763-07:00</updated><title type='text'>Vivências Históricas</title><content type='html'>Como historiador tenho uma visão particular dos acontecimentos. Sinto-me a todo instante  como agente ativo do fato histórico. Esta percepção nasce da consciência de fazer parte de um processo único ativamente. Sou um agente desse processo. Hobsbawn considera em seu ensaio &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O presente como história&lt;/span&gt; a possibilidade de que "uma experiência individual de vida também seja uma experiência coletiva." p. 244.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento, participo de um momento único na história de Minas Gerais. Reconheço minha classe, a de professor estadual, como uma das mais esquecidas, menosprezadas e desprestigiadas formas de atuar no serviço público. Esta classe que em 30 anos viu seu salário reduzido de 10 salários mínimos para 1 salário mínimo e meio vive atualmente momentos tenebrosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que a relação Salário/qualidade de ensino é direta. Não quer dizer que um professor que ganhe pouco trabalhe de má vontade. O debate vai muito além da máxima: "se pagarem mais trabalharei melhor!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece que o salário pago aos professores não permite que eles se dediquem a apenas uma escola. Vários de meus colegas, para manterem um padrão mínimo de dignidade trabalham em 2, 3 e até 4  escolas. Com isso ficam sobrecarregados, estressados e esgotados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, esse quadro de baixos salários vai além. Todos os anos perdemos os melhores professores para outras funções públicas. Pessoas com formação acadêmica exemplar, professores de qualidade indiscutível decidem tornar-se policiais civis, militares ou bancários única e exclusivamente  pelo salário. Perdemos professores extraordinários, que tem gosto pela docência para tornarem-se policiais, bancários ou técnicos muitas vezes medíocres, partindo do princípio de que abrem mão de suas carreiras com a única motivação de ganharem mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos vão ficando nas escolas apenas aquelas "tiazonas" que já estão cansadas demais para tentar algo diferente e se contentam em ganhar pouco mais que um salário mínimo. Quantas vezes me lembro ter ouvido na sala dos professores a máxima: "o governo finge que paga e a gente finge que dá aulas." Em meio a elas, subsistem raros, raríssimos casos de professores reais. Homens e mulheres que mesmo recebendo esse ridículo salário sentem-se recompensados quando alunos correspondem ao seu empenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu mesmo considero o meu cargo de professor como um "bico". O atual teto de R$850,00 não pode ser encarado como uma carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante meus 3 anos e meio de serviço público assisti aos ridículos "dias de paralisação". Nestes, os professores param suas atividades por 24 horas sem nenhum dano ao calendário escolar e ainda são regiamente obrigados a repor as aulas não dadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participei uma única vez e foi o bastante para me decepcionar amargamente. Nunca mais voltei a assinar os "indicativos de greve". Mudei meu pensamento. Passei a encarar seriamente o projeto de abandonar a docência e tentar outros concursos. Afinal, seria mais fácil mudar minha condição do que de uma classe inteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que no dia 8 de Abril estoura uma Greve de tempo indeterminado. Inicialmente minha escola manteve o papel cômodo do "esperar pra ver no que vai dar".  No dia 13 de Maio, eu e alguns professores fomos até Belo Horizonte para ter uma dimensão do movimento. A praça da Assembléia encontrava-se lotada. Acredito que estivessem ali pelo menos 9000 pessoas e faixas de todas as partes de Minas Gerais. O clima era contagiante. Anos e mais anos de praguejamento e reclamações dentro das sala dos professores finalmente canalizados para uma greve geral.  Cheguei no início tímido, meio que sem lugar entre aquela multidão, mas ao final me sentia como parte dela, após a votação eramos um só corpo aos gritos de: "GREVE GREVE GREVE!!!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/S_Wszpq9mJI/AAAAAAAABKU/tOgke9QPL7w/s1600/assembleia_cheia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 392px; height: 260px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/S_Wszpq9mJI/AAAAAAAABKU/tOgke9QPL7w/s320/assembleia_cheia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473470925498062994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte minha escola na cidadezinha de Bom Sucesso já estava em greve. Motivados pela liderança carismática de meu caríssimo companheiro historiador Paulo Henrique tiramos nossa escola de seu papel retrógrado e a colocamos no nobre papel da vanguarda pela valorização dessa profissão subestimada mas necessária e essencial à sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viajei para Juiz de Fora e participei das assembléias locais, fui o primeiro a falar durante a reunião e aplaudido por 3 vezes ao citar a carta do jovem Vassili  que lutou na resistência francesa.    Saimos às ruas, paramos as avenidas Independência e Rio Branco. Seguimos até o calçadão da Halfeld  onde ocorreu o ato final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante todos esses dias, até hoje dia 20 de Maio me pergunto sobre os rumos do movimento. Alguns o acusam de ser um movimento puramente político, uma tentativa de desgastar o PSDB. Ao meu ver esse ponto de vista seria ingenuidade já que a causa de valorização salarial é legítima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo "puramente" político não cabe aqui. Tenho certeza que rivais de outros partidos estão usando a greve para atacar o governo. No entanto, questionar a essência desse ataque, se o deputado faz isso maquiavélicamente, friamente usando um movimento sofrido como massa de manobra ou se ele realmente comunga dos apelos legítimos dos educadores é uma questão que somente o deputado, em seu íntimo pode responder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/S_WtPWS8CZI/AAAAAAAABKc/u72RDOuV9X0/s1600/20100519174445249253u.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/S_WtPWS8CZI/AAAAAAAABKc/u72RDOuV9X0/s320/20100519174445249253u.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473471401333361042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que nesse instante todo e qualquer apoio é bem vindo, seja de qualquer partido, de qualquer classe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deputados da base governista afirmam que nesses meses que precedem as eleições aumentos não podem ser concedidos.  No entanto não estamos exigindo aumento, mas sim o cumprimento de uma lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos pontos de impasse entre Governo do Estado e grevistas é com relação ao pagamento do piso para professores. Em 2008, foi promulgada a Lei Federal 11.738, que estabelecia para 2009 o piso salarial para a categoria fixado em R$ 950.O próprio valor do piso gera dúvidas. Para 2010, com base no custo por aluno estimado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), o piso passaria a ser de R$ 1.312.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério da Educação alegou à Advocacia-Geral da União (AGU) que o piso teria que ser menor, em virtude da queda de arrecadação causada pela crise econômica. Dessa forma, o piso fixado para 2010 foi de R$1.204.Outro ponto que gera discussões é com relação à composição do piso. Para os professores, o piso fixado deveria ser apenas para o salário base, sem considerar as demais remunerações para sua composição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o Governo do Estado tem alegado que, de acordo com o Supremo Tribunal Federal, o piso seria remuneratório, incluindo em sua composição, além do salário, as vantagens por tempo de carreira e outros adicionais.A posição do STF nesse sentido se deve a uma Ação de Inconstitucionalidade contra a Lei 11.738, movida por governadores de cinco Estados. O órgão decidiu que, enquanto não for julgado o mérito, o piso dos professores seria remuneratório.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em meio a esse impasse, lutas partidárias e vaidades entre legislativo e judiciário ficamos nós professores.  Acredito, que só ao final das eleições saberei se fui utilizado como massa de manobra ou não. Se a greve conquistar suas exigências antes das eleições o movimento vai naturalmente se encerrar e os ataques devem parar. Caso contrário, ficaria evidente seu caráter eleitoral como arma política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se este movimento não alcançar nenhuma de suas reivindicações e ao final das eleições uma nova greve geral não for convocada terei a certeza de que fiz religiosamente o papel de vaquinha de presépio, de massa de manobra, ingênuo, abestalhado, empolgado tal como Che Guevara no meio da selva bolíviana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero não chegar a mesma conclusão que George Orwell em "Lutando na Guerra Civil Espanhola" onde ele afirma: "Os verdadeiros revolucionários morrem no processo e apenas os porcos chegam ao poder."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-6847051227162946909?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/6847051227162946909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/05/vivencias-historicas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/6847051227162946909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/6847051227162946909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/05/vivencias-historicas.html' title='Vivências Históricas'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/S_Wszpq9mJI/AAAAAAAABKU/tOgke9QPL7w/s72-c/assembleia_cheia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-2804126737009840398</id><published>2010-05-04T12:55:00.000-07:00</published><updated>2010-05-04T13:15:36.947-07:00</updated><title type='text'>Tradições Italianas no Brasil</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/S-B9h5UcXRI/AAAAAAAABJs/lanruCdOxkE/s1600/nhoque-da-fortuna-m.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/S-B9h5UcXRI/AAAAAAAABJs/lanruCdOxkE/s320/nhoque-da-fortuna-m.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467507968903503122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Você sabia que todos os dias ao se despedir você fala uma palavra italiana? Despedir-se com um "tchau" não vem da língua portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poisé, diversos costumes ítalos estão tão enraizados em nossa cultura que nem percebemos. Tomar um bom café espresso em casa por exemplo. Não é por acaso que eu e a Jéssyca, sempre que temos oportunidade jantamos na casa Di Itália de Juiz de Fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro costume italiano incorporado por nós é a tradição do nhoque da fortuna. Reza a lenda que comer a massa nos dias 29 traz prosperidade. A  história começou quando São Pantaleão, em um dia 29, pediu abrigo na  casa de um casal de camponeses muito humildes. Apesar das dificuldades,  os dois o abrigaram e dividiram a pouca comida que tinham com o santo:  nhoque. O homem agradeceu e se foi. Embaixo do prato, o casal encontrou  moedas de ouro. Assim, nasceu o nhoque da sorte, também conhecido como  nhoque da fortuna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que dê certo, faça a massa no dia 29. Embaixo do prato, coloque  qualquer nota ou moeda. Separe sete nhoques e, para cada um, faça um  pedido. Coma-os primeiro e depois saboreie o restante do prato. Não  custa tentar! &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ingredientes:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;div&gt;Um quilo de batata&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;500 gramas queijo ralado&lt;/div&gt; &lt;div&gt;300 gramas farinha de trigo&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Sal a gosto&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Pimenta do reino a gosto&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Três ovos (duas gemas e um ovo inteiro)&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;Modo de preparo:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt;Misture todos os ingredientes até que se forme uma massa homogênea e  lisa. Polvilhe farinha de trigo na massa, faça tiras e corte-as em  cubos. Cozinhe os cubos em água fervente. Retire os cubinhos com uma  escumadeira assim que eles boiarem e coloque-os em uma bacia cheia de  água com gelo. Retire a massa da água e reserve para servir com o molho  que desejar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rendimento:&lt;/strong&gt; seis porções&lt;/p&gt; &lt;em&gt;*Receita cedida pelo chef Paolo Neroni, do restaurante Margutta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse artigo é uma homenagem a minha namorada que  tem ascendência italiana por parte de dois tetravós: Finamore e Faranne.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-2804126737009840398?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/2804126737009840398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/05/tradicoes-italianas-no-brasil.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/2804126737009840398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/2804126737009840398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/05/tradicoes-italianas-no-brasil.html' title='Tradições Italianas no Brasil'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/S-B9h5UcXRI/AAAAAAAABJs/lanruCdOxkE/s72-c/nhoque-da-fortuna-m.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-7221164203275437622</id><published>2010-03-30T07:34:00.000-07:00</published><updated>2010-03-30T07:38:16.449-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>[center][b][fontc=#A3166Df=verdana]Tasty![/font][br][fontc=#00E8AEf=verdana]neoHTML[/font][][br][fontc=#8E962Es=1f=terminal]Sewers are Stinky![/font][p][fontc=#FA92C2s=2]SIGGY HERE[/font][/b][/center]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-7221164203275437622?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/7221164203275437622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/03/centerbfontca3166dfverdanatastyfontbrfo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/7221164203275437622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/7221164203275437622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2010/03/centerbfontca3166dfverdanatastyfontbrfo.html' title=''/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-992518540065182361</id><published>2009-12-31T15:16:00.000-08:00</published><updated>2009-12-31T15:21:26.501-08:00</updated><title type='text'>Tradições do Réveillon</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Sz0x5Ehq7RI/AAAAAAAABFk/-0mTMYcwg1Q/s1600-h/reveillon.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Sz0x5Ehq7RI/AAAAAAAABFk/-0mTMYcwg1Q/s320/reveillon.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5421544382961216786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A noite de réveillon, além de ser um momento de festa, é a hora em que a maioria das pessoas não resiste a uma superstição. Comer 12 uvas quando o relógio bate a meia-noite, pular sete ondas na praia, usar uma roupa nova... São muitas as simpatias que prometem atrair bons fluidos para o ano que começa. Mas você sabe a origem delas? Pesquisamos de onde vieram alguns dos hábitos mais comuns na noite de 31 de dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Soltar fogos&lt;/strong&gt; – Os povos antigos acreditavam que fazer barulho afugentava os maus espíritos. É daí que vem o hábito de soltar fogos, gritar, tocar cornetas e fazer batucada para comemorar a chegada do novo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lentilhas&lt;/strong&gt; – Esse hábito foi trazido para o Brasil pelos imigrantes italianos. Eles acreditavam que bastava uma colher de sopa desse alimento para garantir um ano inteiro de fartura à mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comer uvas&lt;/strong&gt; – A mania de comer uvas na virada do ano é típica de Portugal. Lá, devorar três, sete ou a quantidade de uvas correspondente ao seu número de sorte garante prosperidade e fartura de alimentos. Além disso, guardar as sementes na carteira ou na bolsa até o próximo Ano-Novo atrai dinheiro, acredita-se. No Brasil, foi adaptada para 12 uvas, cada uma correspondendo a uma badalada do relógio durante a meia-noite. Algumas pessoas fazem um pedido para cada uva engolida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carne de porco&lt;/strong&gt; – Servir carne de porco no jantar de 31 de dezembro é um hábito comum em vários países. Segundo a crença popular, o porco é ideal para ser consumido porque é um animal que fuça para a frente, garantindo fartura o ano inteiro. Já as aves como frango e peru, que ciscam para trás, seriam proibidas à mesa, sob o risco de atrasarem a vida de quem as come.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Usar roupas íntimas novas&lt;/strong&gt; – Dizem que é tiro e queda para atrair um novo amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vestir branco&lt;/strong&gt; – Hábito trazido para o Brasil pelas religiões africanas. O branco representa luz, pureza, bondade e paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pular sete ondas&lt;/strong&gt; – Vem das religiões africanas também. Seria uma forma de homenagear Iemanjá, a Rainha do Mar, e pedir a ela proteção e sorte. Sete é um número cabalístico, representado por Exu, e os pulos serviriam para abrir os caminhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Romã&lt;/strong&gt; – Segundo a tradição árabe, a romã é uma fruta ligada à fartura. Comer sete partes da fruta e guardar as sementes na carteira serviria para atrair dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dinheiro no sapato&lt;/strong&gt; – Vem da crença oriental de que a energia entra pelos pés. Portanto, colocar uma nota de alto valor dentro do sapato permitiria que o dinheiro entrasse durante o ano inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nozes, tâmaras, avelãs e castanhas&lt;/strong&gt; – Segundo os povos árabes, esses alimentos simbolizam fartura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-992518540065182361?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/992518540065182361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/12/tradicoes-do-reveillon.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/992518540065182361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/992518540065182361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/12/tradicoes-do-reveillon.html' title='Tradições do Réveillon'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Sz0x5Ehq7RI/AAAAAAAABFk/-0mTMYcwg1Q/s72-c/reveillon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-5183942004499085225</id><published>2009-09-25T18:37:00.001-07:00</published><updated>2009-09-25T18:48:16.724-07:00</updated><title type='text'>Busca de Passaportes Portugueses</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Sr1ysk76GGI/AAAAAAAAA_o/FDrXgr4C5yI/s1600-h/Passaporte_portugu%C3%AAs_de_1927.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 234px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Sr1ysk76GGI/AAAAAAAAA_o/FDrXgr4C5yI/s320/Passaporte_portugu%C3%AAs_de_1927.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385586839559739490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nilza Cantoni é uma dessas pesquisadoras pioneiras que se debruçou sobre caixas de papelão esquecidas em porões empoeirados para desvendar a magia do passado.  Ela é tão altruísta ao dividir sua pesquisa que eu poderia até mesmo compará-la a Gilberto Freyre. Ela já foi motivo de alegria de muitos genealogistas da Zona da Mata Mineira, inclusive eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela me recomendou um bom site para busca de passaportes portugueses. Infelizmente não encontrei nada referente aos meus trisavós portugueses: João Guedes Pinto e Bernardino Mouço e Silva. Deixarei a dica para quem quiser pesquisar:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cepese.up.pt/pt/passaportes_pesquisa.php"&gt;http://cepese.up.pt/pt/passaportes_pesquisa.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil o genealogista em busca de passaporte tem duas opções:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caso tenha desembarcado em São Paulo é bem provável que encontre pistas no memorial do imigrante. Há um sistema de busca On-line no site:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.memorialdoimigrante.org.br/"&gt;http://www.memorialdoimigrante.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Menos organizado é o acervo da Biblioteca Nacional e da Pousada do Imigrante da Ilha das Flores. Estes locais são responsáveis por guardar documentos de imigrantes que chegaram ao Brasil através do porto do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há sistema de buscas on-line, sendo necessária a visita no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo a todos muita sorte (sempre necessária aos genealogistas)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-5183942004499085225?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/5183942004499085225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/09/blog-post.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/5183942004499085225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/5183942004499085225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/09/blog-post.html' title='Busca de Passaportes Portugueses'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Sr1ysk76GGI/AAAAAAAAA_o/FDrXgr4C5yI/s72-c/Passaporte_portugu%C3%AAs_de_1927.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-4021675975492262264</id><published>2009-09-25T12:36:00.001-07:00</published><updated>2009-09-25T12:37:27.569-07:00</updated><title type='text'>Casos do Sr. Guedes</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Sr0b430hG8I/AAAAAAAAA_g/57N4IjR3F7Y/s1600-h/scan0005.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 211px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Sr0b430hG8I/AAAAAAAAA_g/57N4IjR3F7Y/s320/scan0005.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385491393275829186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-4021675975492262264?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/4021675975492262264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/09/casos-do-sr-guedes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/4021675975492262264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/4021675975492262264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/09/casos-do-sr-guedes.html' title='Casos do Sr. Guedes'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Sr0b430hG8I/AAAAAAAAA_g/57N4IjR3F7Y/s72-c/scan0005.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-8075532119502687323</id><published>2009-09-25T06:42:00.001-07:00</published><updated>2009-09-25T18:52:42.555-07:00</updated><title type='text'>Lembranças de Patrocínio do Muriaé</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrzKEwM1f0I/AAAAAAAAA_Y/UXKIBW5Q-Ik/s1600-h/teste4.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 215px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrzKEwM1f0I/AAAAAAAAA_Y/UXKIBW5Q-Ik/s320/teste4.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385401437435297602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Maria Helena Silva Coutinho e Neide Silva Coutinho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrzJ9F487mI/AAAAAAAAA_Q/3V_UbAWnoCE/s1600-h/teste3.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 218px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrzJ9F487mI/AAAAAAAAA_Q/3V_UbAWnoCE/s320/teste3.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385401305818525282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bernardino Mouço e Silva e Adelaide Mouço e Silva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Graças ao pioneirismo da pesquisadora Nilza Cantoni de Leopoldina tive informações de meu trisavô português Mouço e Silva.  &lt;span style="font-family:Arial;font-size:100%;"&gt;Ela transcreveu os prontuários de Registros de Estrangeiros, dos livros de Registro de Óbitos do Cemitério Municipal e dos livros de Assentos Religiosos da Matriz de Nossa Senhora do Rosário. As informações foram, em sua maioria, declaradas pelo próprio imigrante.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ele nasceu em 1880 em Villa do Conde, Portugal. Veio para o Brasil com 13 anos em 21 de dezembro de 1893. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrzJwmEfXFI/AAAAAAAAA_I/3fafEWODu8w/s1600-h/teste2.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 278px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrzJwmEfXFI/AAAAAAAAA_I/3fafEWODu8w/s320/teste2.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385401091118554194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Família Silva Coutinho no sítio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrzJjxVha5I/AAAAAAAAA_A/oGVntksBBwU/s1600-h/teste1.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 231px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrzJjxVha5I/AAAAAAAAA_A/oGVntksBBwU/s320/teste1.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385400870804482962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Yacyr dos Reis Coutinho e Diva Silva Coutinho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O distinto Sr. Coutinho e sua esposa dona Diva Silva Coutinho. Não sei porque, mas sempre que vejo os dois me lembro do D. Pedro II (sem barbas) e &lt;span style="visibility: visible;" id="main"&gt;&lt;span style="visibility: visible;" id="search"&gt;Teresa de Bourbon (que também era baixinha), princesa das Duas Sicílias. Todos meus parentes, primos, tios, avós me descrevem o Sr. Coutinho como o exemplo do homem ilustrado, caridoso, apreciador da ornitologia e leitor assíduo. Este maçom de vida ilibada &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;poderia muito bem representar um verdadeiro D. Pedro II do século XX. &lt;span style="visibility: visible;" id="main"&gt;&lt;span style="visibility: visible;" id="search"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-8075532119502687323?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/8075532119502687323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/09/lembrancas-de-patrocinio-do-muriae.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/8075532119502687323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/8075532119502687323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/09/lembrancas-de-patrocinio-do-muriae.html' title='Lembranças de Patrocínio do Muriaé'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrzKEwM1f0I/AAAAAAAAA_Y/UXKIBW5Q-Ik/s72-c/teste4.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-3342782470793199418</id><published>2009-09-24T14:29:00.000-07:00</published><updated>2009-09-24T14:39:50.555-07:00</updated><title type='text'>Ildefonso Guedes Pinto - Um herói ferroviário</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Foi com uma imensa alegria que recebemos esta homenagem prestada por Aristides Dorigo, jornalista, prestada ao meu bisavô: Ildefonso Guedes Pinto. A reportagem narra parte de sua biografia, em particular sua participação na greve dos ferroviários da Leopoldina Railway em 1934. Segue-se abaixo a transcrição da reportagem de 2004:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Resgatando a Memória - Ildefonso Guedes Pinto - Um herói ferroviário&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrvmbTlBXAI/AAAAAAAAA-Y/bjYgcsROPt8/s1600-h/OgAAAOfsUkYK0-DLQ-pgK9nyQVl0DOWPVTkL39fWabwBw5IVdEyAs6N4OhU8i2Z88-oytfINocadb5a1Z8AEQt9YGH4Am1T1UDs_IqPjROnVkmOJ6yRZqqYqu7qt.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 213px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrvmbTlBXAI/AAAAAAAAA-Y/bjYgcsROPt8/s320/OgAAAOfsUkYK0-DLQ-pgK9nyQVl0DOWPVTkL39fWabwBw5IVdEyAs6N4OhU8i2Z88-oytfINocadb5a1Z8AEQt9YGH4Am1T1UDs_IqPjROnVkmOJ6yRZqqYqu7qt.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385151136237968386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                                             &lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Bisavô Ildefonso e minha avó Maria Helena&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No momento em que se comemora o cinquentenário da emancipação político-administrativa de Patrocínio do Muriaé, minha terra natal (01-01-1954), lembrei-me de prestar homenagem à memória do herói ferroviário Ildefonso Guedes Pinto, mineiro de Manhuaçu, que chefiou a estação ferroviária de minha terra natal, durante cerca de oito anos (década de 40), pautando por uma linha de disciplina rigorosa, mas de uma ternura admirável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era de uma postura invejável, e gostava de torcer, de quando em vez, aquele bigode cheio de aparado. Inteligente, prestativo, pai extremoso, primava em participar de atividades esportivas. Foi organizador e presidente do L.R. Futebol Clube, que deu memoráveis vitórias ao nosso então distrito. Tornou-se, também, organizador e presidente do clube carnavalesco Vermelho e branco, que fazia sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indefonso Guedes Pinto exercia uma autoridade reconhecida no então distrito, e se fazia respeitar por todos que dele se acercavam. Quando havia algum desentendimento entre particulares e os guarda-freios de trem (José Arruda, Aristides Almeida e José Raymundo), que chegavam à vias de fato, o que às vezes acontecia no prostíbulo da Beira Rio, hoje Cristo Rei, os litigantes corriam para se abrigarem na estação ferroviária, porque sabiam que a polícia não invadia o recinto da ferrovia, pois o Sr. Guedes não permitia que os agentes da lei ali penetrassem. Ele era a própria lei. E, definitivamente, não permitia que a estação ferroviária fosse invadida por qualquer pessoa estranha ao serviço. Os policiais só compareciam, ali, quando chamados, pois o Sr. Guedes fazia questão de exercer o poder de repreensão ao subordinado faltoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Srvl7aRDOrI/AAAAAAAAA-Q/GobQB-pcmnM/s1600-h/010.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Srvl7aRDOrI/AAAAAAAAA-Q/GobQB-pcmnM/s320/010.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385150588277439154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;              &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Estação Ferroviária de Patrocínio do Muriaé, chefiada por meu bisavô&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Um episódio importante do qual fui testemunha ocular, pois era praticante do serviço telegráfico, lembro-me bem, ocorreu em 7 de Abril de 1934, quando irrompeu a primeira greve dos ferroviários reivindicando melhores salários, com inicio no Rio de Janeiro e logo se alastrando pelo interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Patrocínio do Muriaé, o movimento teve, como grande líder, os Sr. Ildefonso Guedes Pinto que segurou todos os trêns procedentes do Rio, Carangola, Itaperuna e Muriaé. Fez uma fileira de 10 locomotivas e carros de passageiros que foram estacionar linha principal. Alguns passageiros ficaram desesperados porque queriam chegar ao destino. Mas o Sr. Guedes de Winchester 44 na mão não deixava que nenhum estranho se aproximasse da estação. Este movimento que teve o Sr. Guedes como herói, durou cerca de 3 dias até não vitorioso totalmente, cessou por interferencia do Estado e da Federação. Cessado o movimento, mais tarde a administração da ferrovia inglesa tentou transferi-lo para Cachoeiro do Itapemerim, porém, esta determinação fora posteriormente cancelada, face a influencia de seus amigos políticos junto à direção da ferrovia e ao governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando finalmente Patrocínio do Muriaé emancipou-se de Muriaé, instalando-se a prefeitura em 1954., Ildefonso Guedes Pinto foi eleito vereador com espressiva votação tornando-se 1º secretário da Câmara Municipal. Honras e glória à memória de Ildefonso Guedes Pinto que hoje descansa no campo sagrado de Muriaé e sua bonissima alma rodeada de anjos nas messes de Deus.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-3342782470793199418?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/3342782470793199418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/09/ildefonso-guedes-pinto-um-heroi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/3342782470793199418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/3342782470793199418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/09/ildefonso-guedes-pinto-um-heroi.html' title='Ildefonso Guedes Pinto - Um herói ferroviário'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrvmbTlBXAI/AAAAAAAAA-Y/bjYgcsROPt8/s72-c/OgAAAOfsUkYK0-DLQ-pgK9nyQVl0DOWPVTkL39fWabwBw5IVdEyAs6N4OhU8i2Z88-oytfINocadb5a1Z8AEQt9YGH4Am1T1UDs_IqPjROnVkmOJ6yRZqqYqu7qt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-3805996368400629828</id><published>2009-09-22T10:45:00.000-07:00</published><updated>2009-09-22T10:53:24.715-07:00</updated><title type='text'>Major José da Costa Mattos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje me aconteceu uma grande alegria. Recebi um e-mail com o título "pesquisa". Fiquei meio desconfiado pois não conhecia o remetente. Quando abri, uma surpresa, era um interessado em genealogia: João Alberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele acessou este blog e viu que eu tetraneto do fundador de Cisneiros: o Major José da Costa Mattos. E não é que ele tinha uma foto digitalizada do Major.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrkNvnh1bRI/AAAAAAAAA9w/pmIhBCLgNGM/s1600-h/Familia+Costa+Mattos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 234px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrkNvnh1bRI/AAAAAAAAA9w/pmIhBCLgNGM/s320/Familia+Costa+Mattos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384349941214047506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele ocupa o centro da imagem, altivo e de barbas brancas sob o parapeito da porta. Ao seu lado provavelmente está Balbina Emilia de Magalhães com quem se casou e teve numerosa prole. Foi uma grande alegria receber essa imagem do homem que administrou, loteou e traçou as ruas de Cisneiros. Durante sua longa vida foi homem público, vereador e subdelegado. Um imigrante português pioneiro e que ajudou a edificar uma pequena parte do Estado de Minas Gerais.  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-3805996368400629828?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/3805996368400629828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/09/major-jose-da-costa-mattos.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/3805996368400629828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/3805996368400629828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/09/major-jose-da-costa-mattos.html' title='Major José da Costa Mattos'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SrkNvnh1bRI/AAAAAAAAA9w/pmIhBCLgNGM/s72-c/Familia+Costa+Mattos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-7791722628918481179</id><published>2009-08-08T03:44:00.001-07:00</published><updated>2009-08-08T03:45:53.056-07:00</updated><title type='text'>História e genealogia</title><content type='html'>Pesquiso minha árvore genealógica e não pude deixar de sorrir ao ler a seguinte frase de Millor Fernandes no Twitter: "Você pode evitar descendentes. Mas não há nenhuma pílula para evitar certos antepassados."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a mais pura verdade!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-7791722628918481179?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/7791722628918481179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/08/historia-e-genealogia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/7791722628918481179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/7791722628918481179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/08/historia-e-genealogia.html' title='História e genealogia'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-1830433774553536984</id><published>2009-07-09T05:08:00.000-07:00</published><updated>2009-07-09T05:49:24.393-07:00</updated><title type='text'>Mineiridade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXfj5JAeRI/AAAAAAAAAx8/HRRqmmbAYOc/s1600-h/0,,14718422-EX,00.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXfj5JAeRI/AAAAAAAAAx8/HRRqmmbAYOc/s320/0,,14718422-EX,00.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356433139554089234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Falar de Minas Gerais é uma tarefa um tanto quanto difícil pra mim. Sempre fui mineiro e sempre morei em Minas. Até viajar pela primeira vez para as praias do Espírito Santo não conhecia outros estados, não conhecia outros costumes não tinha captado a diferença entre o que é ser mineiro e outras formas de ser. Mas adivinhem essas praias do litoral capixaba: Guarapari, Píuma, Iriri, Anchieta todas, estão repletas de mineiros. Só se sabe que não se está em Minas por causa do mar. A definição do que é mineiro torna-se nítida quando comparada a outras formas de ser brasileiro: ao paulista, ao gaúcho ao carioca... foi visitando esses estados que eu pude definir melhor minha própria mineiridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXgpkmqlgI/AAAAAAAAAyE/DqD8ugZFqNA/s1600-h/ATgAAACe9PYHWlP-NdeVTPLa3e8DorBwmsNajp9LkbuWHKlail7VxykqLmBcXpnJ-OGMuyMkzHTE7jU9s79NsbG7obmBAJtU9VAgVAtZVBOf-uUvybGTVwstwJ2lzw.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 211px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXgpkmqlgI/AAAAAAAAAyE/DqD8ugZFqNA/s320/ATgAAACe9PYHWlP-NdeVTPLa3e8DorBwmsNajp9LkbuWHKlail7VxykqLmBcXpnJ-OGMuyMkzHTE7jU9s79NsbG7obmBAJtU9VAgVAtZVBOf-uUvybGTVwstwJ2lzw.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356434336632182274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nasci em Juiz de Fora, me formei como historiador no coração histórico de Minas: Ouro Preto e Mariana. Atualmente moro em uma pequena cidade do oeste mineiro. Experimentei as várias vivencias que essas regiões proporcionam e senti o que elas têm em comum. Como é sentir Minas Gerais? Ou melhor, como é sentir-se em Minas, viver seus costumes, sua cultura seu dia-a-dia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXh4FH602I/AAAAAAAAAyM/yY9Crym4ntw/s1600-h/OAAAAKsGUhrOMtlQ3K-igqoDsgc2YCc7lWUR7rJn2NhH0seP9hRxA-NH6mi-HHauhOoxPPWNWkaR_SS7Um0ECgBKaQAAm1T1UBhwYg_8wFc5lem8kjAO6Hppvwk7.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXh4FH602I/AAAAAAAAAyM/yY9Crym4ntw/s320/OAAAAKsGUhrOMtlQ3K-igqoDsgc2YCc7lWUR7rJn2NhH0seP9hRxA-NH6mi-HHauhOoxPPWNWkaR_SS7Um0ECgBKaQAAm1T1UBhwYg_8wFc5lem8kjAO6Hppvwk7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356435685391389538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Para sentir-se em Minas é preciso ler seus poetas cuja sensibilidade captou o que temos de mais íntimo, de mais típico: ler as poesias de Carlos Drummond de Andrade, a prosa de Guimarães Rosa, de Bernardo Guimarães, Fernando Sabino e Iacyr Anderson Freitas. Para sentir-se em Minas é preciso caminhar por suas cidades históricas com a tranqüilidade para vislumbrar mar de montes e ruas de pé-de-moleque, casarios históricos e igrejas que cortam o horizonte: é caminhar por Tiradentes, São João Del Rey, Congonhas, Ouro Preto e Mariana. É passar pelo Parque do Caraça, ver o lobo guará, tomar banho de cachoeira e terminar em Catas Altas. Levar pra casa as marcas nos sentidos, nos olhos as curvas e contracurvas douradas do barroco, dos profetas em pedra-sabão, nos ouvidos o som do órgão histórico de Mariana, os “uais” e “sôs” a todo momento evocados nas praças, nas mãos a textura da pedra e da madeira talhada; no nariz e na boca os aromas e sabores dessa terra de iguarias caipiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXiegmEq7I/AAAAAAAAAyU/u278aTdM1Xg/s1600-h/Capela+de+Santa+Quit%C3%A9ria+em+Catas+Altas-MG.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 207px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXiegmEq7I/AAAAAAAAAyU/u278aTdM1Xg/s320/Capela+de+Santa+Quit%C3%A9ria+em+Catas+Altas-MG.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356436345600650162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Crédito da foto: Evandro Menezes&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para sentir-se em Minas é preciso ir ao sítio da avó. Se deliciar com a fornada de pão de queijo, com bolinho de chuva polvilhado com canela, broa de fubá, angu grosso, feijão tropeiro, couve com tutu e torresmo, frango com quiabo, tomar leite no curral beber e café preto no “canequim”. É no domingo se deliciar com a feijoada, com laranja cortada em fatias, com arroz branco e no final se deliciar com uma fatia de queijo minas e uma generosa colher de doce de leite. Ouvir as histórias do avô e dos camaradas do sítio à beira do fogão de lenha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXiudonV2I/AAAAAAAAAyc/sWKBLaUeWS0/s1600-h/mineira.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 205px; height: 250px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXiudonV2I/AAAAAAAAAyc/sWKBLaUeWS0/s320/mineira.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356436619683911522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sentar-se pela manhã na grama e ouvir lá do alto da mangueira o sabiá-laranjeira, o bem-te-vi, o tico-tico, o papa-arroz, o sanhaço cinzento e o canário da terra. E no fim da tarde cavalgar em um manga-larga-marchador pelas trilhas do sítio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXjIW1E5MI/AAAAAAAAAyk/W4-gYh5E3WM/s1600-h/ATgAAAD-uvoP4iGo103E_GYKusJ5TbXkPWohpiTRG0vridBoAlf8a_M6452vP8dEdpyqS2UAaOa_IuiV9-wxipF5eyy4AJtU9VCDpOIEQiGdsncocKVpm42elsmh7Q.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXjIW1E5MI/AAAAAAAAAyk/W4-gYh5E3WM/s320/ATgAAAD-uvoP4iGo103E_GYKusJ5TbXkPWohpiTRG0vridBoAlf8a_M6452vP8dEdpyqS2UAaOa_IuiV9-wxipF5eyy4AJtU9VCDpOIEQiGdsncocKVpm42elsmh7Q.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356437064533730498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para sentir-se em Minas é preciso ter tempo pra jogar conversa fora nos bancos das praças, no coreto, na escadaria da igreja. É gostar de gente simples. É ter fé. É assistir ao congado da janela, é dançar festa junina e, ao final disso tudo, rir como criança e sentir como é “bão ser mineiro sô!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXjdPIfVyI/AAAAAAAAAys/WdEcjj9egTY/s1600-h/OgAAAFzWTkxGab-3FjxCks761m7AF09go0PKI45N0k0-dOIZ49OSQyh-Fwek53pyTj3WwIi9kICZNzuPxuvv4OXfUrcAm1T1UIipnAQKXDQINd-b-R5QOSCrR3Ql.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXjdPIfVyI/AAAAAAAAAys/WdEcjj9egTY/s320/OgAAAFzWTkxGab-3FjxCks761m7AF09go0PKI45N0k0-dOIZ49OSQyh-Fwek53pyTj3WwIi9kICZNzuPxuvv4OXfUrcAm1T1UIipnAQKXDQINd-b-R5QOSCrR3Ql.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356437423244924706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-1830433774553536984?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/1830433774553536984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/07/mineiridade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/1830433774553536984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/1830433774553536984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/07/mineiridade.html' title='Mineiridade'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SlXfj5JAeRI/AAAAAAAAAx8/HRRqmmbAYOc/s72-c/0,,14718422-EX,00.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-8447104655267510691</id><published>2009-05-18T06:58:00.000-07:00</published><updated>2009-05-18T07:22:03.194-07:00</updated><title type='text'>Família Reis Coutinho</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/ShFshpYGp_I/AAAAAAAAAiY/tZQOSC2E5t8/s1600-h/IMG+391.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337166358709184498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 348px; CURSOR: hand; HEIGHT: 263px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/ShFshpYGp_I/AAAAAAAAAiY/tZQOSC2E5t8/s320/IMG+391.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Na minha busca incansável por vestígios de minha árvore genealógica encontrei mais uma foto fantástica. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nela, estão meus Trisavós maternos: João dos Reis Coutinho e Amélia de Oliveira Martins. Ele foi músico Leopoldina, tocava clarineta no cinema mudo e criou todos seus filhos com música. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No canto direito, de gravata borboleta está meu falecido bisavô e maçom Iacyr dos Reis Coutinho. Ele foi ferroviário na cidade de Patrocínio do Muriaé-MG e após se aposentar montou junto com meu avô (seu genro) uma mercearia na cidade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sua esposa, Dona Diva Silva Coutinho se encontra ao lado de meu Trisavô com meu tio-avô Nildo em seu colo. De vestidinho preto abaixo, estão da esquerda para a direita minha tia-avó, 4 primos, minha saudosa avó Maria Helena e meu tio-avô Diracyr. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337164437851805058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 507px; CURSOR: hand; HEIGHT: 408px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/ShFqx1oBFYI/AAAAAAAAAiQ/cJXnoaBh5pU/s320/arvorematernaCoutinho.JPG" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-8447104655267510691?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/8447104655267510691/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/05/familia-reis-coutinho.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/8447104655267510691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/8447104655267510691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/05/familia-reis-coutinho.html' title='Família Reis Coutinho'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/ShFshpYGp_I/AAAAAAAAAiY/tZQOSC2E5t8/s72-c/IMG+391.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-7815393769518444084</id><published>2009-05-08T05:16:00.000-07:00</published><updated>2009-05-08T05:27:03.982-07:00</updated><title type='text'>Família Guedes Pinto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SgQi_pP-gYI/AAAAAAAAAiA/4cc7vex66mo/s1600-h/IMG+392.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333426335513477506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SgQi_pP-gYI/AAAAAAAAAiA/4cc7vex66mo/s320/IMG+392.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Foi com enorme alegria que encontrei essa foto em álbuns semi-mofados na casa da descuidada Isabel. Nesta imagem belíssima é possível ver meu Bisavô Idelfonso, ferroviário da Leopoldina Railway CO. com sua esposa Guiomar Gomes Guedes e seus seis filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele é filho do imigrante português João Guedes Pinto e Dejanira Mattos Guedes Pinto. Dejanira, por sua vez, também é filha de um imigrante portugues: o fundador de Cisneiros-MG José da Costa Mattos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu avô encontra-se ao centro, entre meus bisavós. Com ele, foram 3 gerações de políticos na família. Todos vereadores.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-7815393769518444084?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/7815393769518444084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/05/familia-guedes-pinto.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/7815393769518444084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/7815393769518444084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/05/familia-guedes-pinto.html' title='Família Guedes Pinto'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SgQi_pP-gYI/AAAAAAAAAiA/4cc7vex66mo/s72-c/IMG+392.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-41284864151473654</id><published>2009-04-01T06:54:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T06:58:42.397-07:00</updated><title type='text'>Árvore Gealógica Família Guedes</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Árvore Genealógica&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segue-se abaixo a árvore genealógica de todos os meus ascendentes que tenho notícia. Estou tentando encontrar agora detalhes dos Tetravós e Pentavós portugueses assim como a razão da imigração para o Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SdNyULe2hQI/AAAAAAAAAho/FmXuCbaGAsw/s1600-h/arvorematernaGUEDES.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319721275859830018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 276px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SdNyULe2hQI/AAAAAAAAAho/FmXuCbaGAsw/s320/arvorematernaGUEDES.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Clique na imagem&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-41284864151473654?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/41284864151473654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/04/arvore-gealogica-familia-guedes.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/41284864151473654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/41284864151473654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/04/arvore-gealogica-familia-guedes.html' title='Árvore Gealógica Família Guedes'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SdNyULe2hQI/AAAAAAAAAho/FmXuCbaGAsw/s72-c/arvorematernaGUEDES.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-6238495648636919801</id><published>2009-03-26T03:55:00.000-07:00</published><updated>2009-03-26T04:29:18.486-07:00</updated><title type='text'>História da família Guedes</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Como fazer sua pesquisa genealógica&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pesquisar sua ascendência portuguesa exige, no mais das vezes, paciência e perseverança (virtudes das quais já quase não se tem notícia neste século XXI), além de muito trabalho e uma boa dose de sorte. O primeiro passo é descobrir de que Região, Província e cidade vieram os ancestrais imigrantes e esta, não é tarefa fácil. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Toda essa dificuldade deve-se à pobreza de documentação brasileira acerca do desembarque dessa humilde gente, e à precariedade com que foram lavrados os primeiros assentos de casamento e óbito dos aqui chegados jovens ou adultos, bem assim de nascimento e batismo de seus primeiros filhos aqui nascidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso passado permaneceu resguardado na memória do homem mais extraordinário que eu conheço, meu avô Jasiel Guedes Pinto. Foi dele que partiram as informações iniciais dessa pesquisa. Nomes, sobrenomes, regiões, datas. Não poderia deixar de agradecer também ao memorialista de Cisneiros Joaquim Machado. Este homem obstinado conseguiu resgatar a história de Palma e região. Com um trabalho pioneiro, esse verdadeiro desbravador do passado revirou caixas de papelão empoeiradas e esquecidas, coletou e anotou detalhes de diversos moradores da cidade. Graças a este “Gilberto Freyre da Zona da Mata” eu pude remontar boa parte da árvore genealógica de forma precisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Em você, (2) Em sua própria família (3) Nas cidades onde seus ancestrais residiram: Cartórios de registro civil, registros de batismo, casamento nas casas paroquiais etc..&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Começando por você&lt;/strong&gt; - Lembre-se de que em sua certidão de nascimento estão mencionados os nomes de seus quatro avós. Na de seus pais, também vêm indicados os avós deles. Por óbvio, tendo à mão a certidão de nascimento de seu pai, por exemplo, saberá de imediato o nome de seus bisavós. E se conseguir a certidão de nascimento de seu avô paterno, nascido no Brasil, terá o nome dos avós dele, seus trisavós. Somente com esses documentos você já terá uma árvore genealógica considerável (cinco gerações contando você). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sua família&lt;/strong&gt; - Procure conversar com os parentes mais idosos e anote tudo quanto puderem contar sobre a história da família. Não menospreze nenhuma informação ou reminiscência; tome todo e qualquer dado como provável indício, que somado a outros poderá montar o quebra-cabeça da origem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Cidades onde moraram seus ascendentes&lt;/strong&gt; - Minha experiência pessoal diz que esta é a melhor fonte de pesquisa, principalmente nos livros de assentos de casamentos religiosos e batismos. A explicação lógica vem dos seguintes fatos:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Grande parcela dos imigrantes era composta por casais jovens, com filhos pequenos e disposição para o aumento da prole, sobretudo porque, além da tendência natural à procriação em situações de isolamento, partiam do pressuposto de que quanto mais braços houvesse para o trabalho, mais fácil seria a sobrevivência da família. Guardavam, de outra sorte, uma forte religiosidade e bem por isso eram incapazes de mentir ao padre sobre a localidade em que batizados, no caso de declarações para o casamento dos jovens, ou mesmo para o batizado dos muitos filhos aqui nascidos. Lembre-se de que a Igreja Católica Apostólica Romana sempre impôs, como condição para a realização do casamento, o batismo prévio dos noivos, condição que se estende também para o batismo de seus filhos (só poderiam levar os filhos à pia batismal aqueles que tivessem sido batizados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, os livros das Igrejas são, com certeza, uma excelente fonte de informação, ainda que os assentos venham a indicar apenas, por exemplo, que o noivo imigrante foi batizado no "Bispado de Braga". Tal informação já delimitaria a busca às cidades que compõem a Província de Braga, sem contar que, com alguma sorte, se poderá, escrevendo ao respectivo "Arquivo de Estado", obter os documentos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não se contente em obter uma certidão de casamento ou batizado. Peça uma cópia da folha do livro em que lançado o assento. Se não for possível peça para ver o livro e, no caso de casamento, peça cópia do processo de habilitação, de extrema utilidade porque nele ficavam arquivadas cópias de documentos apresentados pelos noivos, até mesmo justificações testemunhais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;História da família Guedes&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A história da família do meu avô materno se mescla com a fundação de uma cidade: Cisneiros. Até a segunda metade do século XIX esse povoado nem sequer existia. Sua origem, remonta ao dia 18 de setembro de 1876 quando o Dr. Bernardo Cysneiro da Costa Reis, em sociedade com o Major José da Costa Mattos, meu tetravô, compraram diversas propriedades que viriam mais tarde a se transformar na Fazenda Aliança e por fim no Distrito de Cisneiros.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317449793932958130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 215px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Sctgah5ZGbI/AAAAAAAAAg4/ObexqskYH88/s320/Fazenda_Alianca.jpg" border="0" /&gt;Quando foi inaugurada a estação de trem em 11 de maio de 1883 a povoação de Cisneiros era insignificante. Como o distrito de Itapiruçú ficava da outra margem do rio e era mais evoluído, a Estrada de Ferro Leopoldina optou por colocar o nome desta estação de Tapirussú e ficou registrado desta maneira por alguns anos até a elevação do pequeno distrito fundado por meu tetravô com o nome de Aliança (Pelo decreto Nº 87 de 02 de junho de 1890 é criado o distrito) e mais tarde, em 1892 o nome foi mudado de Aliança para Cisneiros (em homenagem ao médico, sócio de José da Costa Mattos). Segue-se abaixo as datas e as mudanças da nomenclatura do distrito:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;De 1874 a 1883 - Arraial Novo &lt;/li&gt;&lt;li&gt;De 1883 a 1890 - Estação do Tapiruss&lt;/li&gt;&lt;li&gt;De 1890 a 1892 - Aliança&lt;/li&gt;&lt;li&gt;De 1892 em diante - Cisneiros&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Major José da Costa Mattos, sendo sócio e gerente da fazenda Aliança, vendeu muitos lotes em volta da estação de trem, permitindo assim o aumento do povoado. O loteamento foi feito de uma parte da propriedade. Os cafezais iam da sede da fazenda até a sede de distrito que ficava por volta de 3,5 quilômetros, próximos a estação. A fazenda com seus dez quilômetros de plantação de café chegou a ser a maior produtora do município de Palma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico imaginando que homem obstinado era meu tetravô José da Costa Mattos. Como administrador da fazenda, ele foi o responsável pelo crescimento e organização da cidade. Uma cidade que literalmente começou do nada, no meio de uma pastagem. Ele cuidou da divisão dos lotes, construção de pontes, fundação de escolas, traçados das ruas. Desempenhou concomitantemente a função de Major da Guarda Nacional, administrador da fazenda Aliança e do município que se formava além de subdelegado. Tudo ficou por sua responsabilidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seus descendentes também foram importantes para o crescimento e ampliação da cidade. Seu genro, Major João Guedes Pinto casou-se com uma de suas filhas: Dona Dejanira de Mattos Guedes Pinto. Juntos, participaram da comissão para construção da igreja Imaculada Conceição. Doaram o terreno onde ela encontra-se construída.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317450439878982594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/ScthAIO7O8I/AAAAAAAAAhA/EhA--HBCgSY/s320/igreja1.1.jpg" border="0" /&gt;O imigrante português João Guedes Pinto (meu trisavô) nasceu aproximadamente por volta de 1847 na região do “Entre Douro e Minho”. Ao imigrar para o Brasil, tornou-se Major da Guarda Nacional. Este fato mostra que ele não foi um imigrante português ordinário, como os vários que chegavam aos portos do país. Os membros da Guarda eram recrutados somente entre os cidadãos com renda anual superior a 200 mil réis nas grandes cidades, e 100 mil réis nas demais regiões. Esse título significava autorização do poder central ao chefe local para que este possuísse ‘gente armada’ a seu serviço. Para conseguir tal honraria o indivíduo deveria obviamente gozar de boa posição social. Desta forma, distribuíam-se as patentes de acordo com o poder e influência do aspirante: coronel, tenente-coronel, major, capitão e tenente.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tendo ele comprado uma patente média acredito que sua família em Portugal dispunha de recursos consideráveis. A maioria dos imigrantes portugueses que chegaram durante o século XIX eram extremamente pobres e sem escolaridade, vindos de aldeias do interior de Portugal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os imigrantes pobres são retratados por um escritor da década de 1820, Raimundo da Cunha Mattos. Diz ele que o português pobre, ao desembarcar nos portos brasileiros, vestia polaina de saragoça, (...) e calção, colete de baetão encarnado com seus corações e meia (...) geralmente desembarcavam dos navios com um pau às costas, duas réstia de cebolas, e outras tantas de alhos... e ... uma trouxinha de pano de linho debaixo do braço. Eram minhotos que, para sobreviver, dormiam na rua e procuravam ajuda de instituições de caridade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este, no entanto, não era o caso de João Guedes Pinto. É um mistério ainda a ser desvendado sua imigração para o Brasil. Segundo meu avô, ele veio ao Brasil com um irmão mais velho. Este era o responsável pela correspondência com a família em Portugal. Ele faleceu cedo não deixando descendentes. O contato então foi perdido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além disso, o Major João Guedes Pinto, assim como seu sogro desempenhou a função de subdelegado. Apenas para ter uma idéia das situações cotidianas de um subdelegado reproduzirei aqui relato engraçado de Joaquim Machado acerca de um documento arquivado no cartório de Cisneiros. Nele, o subdelegado João Guedes Pinto (meu trisavô):&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;“...mandou proceder um exame de corpo de delito em Eloy Teixeira, negro, procedente de São Fidélis e que no trecho da estação de Cisneiros-Palma, caiu do trem e apresentava ferimentos por todo o corpo. O exame foi realizado pelo Capitão João Antonio da Costa Coimbra e por Oscar Tavares Nepomuceno “na caza da cadeira onde está o ferido”. Serviram de testemunhas Sebastião Soares Mendonça e José Vieira. O negro ferido Eloy Teixeira confessou que estava alcoolizado, entendeu por viajar na plataforma do trem e que num vai-vem caiu e não atribuiu a ninguém a autoria do desastre.”&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317450986713536738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 220px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Scthf9WcWOI/AAAAAAAAAhI/wUjDPijFDBI/s320/comunicacaotelegrafica.1.jpg" border="0" /&gt;Seus descendentes também participaram do crescimento da cidade. João Guedes Pinto e Dejanira Mattos Guedes Pinto tiveram 12 filhos com os seguintes nomes: Albucassio, Admár, Alice, Olymtho, Idelfonso (meu bisavô), Oscar, Dejanira, Odette, Maria, João, José e Adahyl. Fatidicamente o major faleceu no dia 02/11/1922 e o atestado de óbito assinado pelo doutor Ignacio Amorim de Antuterpio apontou a causa da morte por lesão cardíaca. Muitos descendentes do Major João Guedes Pinto moram em Cisneiros e região.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este, no entanto não foi o destino de meu bisavô Idelfonso Guedes Pinto. Ele tornou-se ferroviário da Leopoldina Railway Company. O sistema dessa companhia chegou a compreender, em seu auge, mais de 3.200 quilômetros de trilhos, incluindo cremalheiras nos trechos mais acentuados da Serra do Mar. Abrangiam principalmente Rio de Janeiro e Zona da Mata Mineira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O distrito de Cisneiros, ao centro dessa malha ferroviária, assim como toda a região de Palma encontrava-se em amplo crescimento. Apoiado principalmente na economia cafeeira o município de Palma chegou a contar com 30 mil habitantes na década de 1920. A fundação do armazém de café de Cisneiros vinha a confirmar essa tendência até que em meados dos anos 20 foram pegos de surpresa pela quebra da Bolsa de Nova Iorque. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O preço do principal produto de exportação brasileiro despencou. A economia da região apoiada principalmente na exploração do grão amargou por tristes períodos. O armazém de Cisneiros tinha sido inaugurado a poucos meses antes da crise. Logo em seguida, o presidente Getúlio Vargas numa ação para tentar recuperar o preço, mandou queimas milhões e milhões de sacas. Isso aconteceu no armazém regulador da cidade. Onde atualmente encontra-se um campo de futebol, próximo a Ponte de Ferro, vagões despejavam o café que foi queimado por meses seguidos cobrindo Cisneiros com a espessa nuvem da decadência. &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317451410627688866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 128px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Scth4ojc-aI/AAAAAAAAAhQ/sVYhiFO4VZc/s320/estacaocysneirosfrente.jpg" border="0" /&gt;De acordo com o memorialista Joaquim Machado pouco antes da crise:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cisneiros teve uma vida próspera com boas escolas, hotéis, moinhos, farmácias, bandas de música e estação ferroviária que ligava a diversas cidades da região e até mesmo o Rio de Janeiro. Recebiam diariamente mercadorias de vários lugares e eram bem informados pelos jornais da região e da capital. A sua política bastante atuante, tendo como figura principal o Coronel Costa Mattos (irmão do Major José da Costa Mattos fundador do distrito)”.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após a crise muitos produtores de café quebraram.Desde então a economia de Cisneiros entrou em decadência. O café foi substituído pela pecuária leiteira e de corte. Esta economia de subsistência não era o bastante para assegurar o crescimento. Na cidade o desemprego assolava as famílias obrigando muitas delas a abandonarem a região.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo Joaquim Machado: “Isto explica o fato de que nos anos 20 Palma chegou a possuir 30.000 habitantes e hoje, apenas 6.000. Sem um produto que gere riqueza, com o passar dos anos, a tendência é a cidade ou local perder a importância”.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317451914114262178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/SctiV8MAZKI/AAAAAAAAAhY/yA7L4EfoDkU/s320/satelite1.0.jpg" border="0" /&gt;Acredito que foi nessa época que meu bisavô abandonou a região. Continuando como funcionário da Leopoldina Railway Company. Passou por Manhuaçu, Leopoldina e Patrocínio do Muriaé.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Meu avô conta que uma de suas irmãs nasceu ainda em Cisneiros. Jasiel Guedes Pinto, nascido em Leopoldina-MG mudou-se junto com a família para Patrocínio do Muriaé. Conta ele que os cachorros de seu avô, o imigrante português João Guedes Pinto chamavam-se Douro e Minho. Um outro detalhe interessante é que, seu pai Idelfonso sempre que os filhos chegavam aos 18 anos ele os presenteava com um relógio omega e um revólver, no caso o do meu avô um Schmidt West calibre 38. Dizia ele:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;“o relógio é pra você saber a hora certa dos seus compromissos, honrá-los, e o revólver pra que ninguém te desacate, se estiver sem razão, mesmo que seja uma criança, abaixe a cabeça e vá embora, mas se te ofenderem, não carregue peso a toa não!”&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em Patrocínio do Muriaé ele trabalhou em uma propriedade da família. Conta ele que obtinha renda maior do que seus irmãos ferroviários com o leite, que era vendido de casa em casa e lenha. Mais tarde casou-se com Maria Helena Coutinho Guedes e junto com seu sogro, o sr. Coutinho abriu um armazém na cidade. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por volta da década de 1950 Jasiel ingressou no serviço público pela fazenda do Estado.Durante esse período no qual continuou residindo em Patrocínio do Muriaé foi vereador da cidade diversas vezes pela UDN. Apaixonado pelo Botafogo ia diversas vezes ao Maracanã acompanhar os jogos magistralmente orquestrados pelas pernas tortas de Mané Garrincha.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com a extinção das pagadorias no interior, mudou-se com a família para Muriaé e mais tarde para Juiz de Fora-MG onde então passou a residir criando vínculos e amizades que duram até os dias de atuais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317452522529453906" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Scti5Wtfd1I/AAAAAAAAAhg/PYkj7kJqvvU/s320/ATgAAAC_n8i19KNXbRub8p2AqfY7EfMPQSdNAldV_zU-J_zhGka4xjhn64D58uyYFBsE3jhNv04BDX6ADqGLfKWiOkMZAJtU9VDN1cpIar9pQ5MVOMTRB9uLQ5NDtA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pesquisa realizada por Igor Guedes de Carvalho bacharel em História pela Universidade Federal de Ouro Preto.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-6238495648636919801?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/6238495648636919801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/03/historia-da-familia-guedes.html#comment-form' title='39 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/6238495648636919801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/6238495648636919801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/03/historia-da-familia-guedes.html' title='História da família Guedes'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/Sctgah5ZGbI/AAAAAAAAAg4/ObexqskYH88/s72-c/Fazenda_Alianca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>39</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4134019345524532119.post-5024260599536407603</id><published>2009-01-27T09:46:00.000-08:00</published><updated>2011-06-06T15:10:39.269-07:00</updated><title type='text'>Curriculum Vitae de Igor Guedes de Carvalho</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Curriculum Vitae&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dados Pessoais:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; Igor Guedes de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Data de nascimento:&lt;/strong&gt; 17/09/1981&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Endereço:&lt;/strong&gt; Praça do Cruzeiro nº 25 apt: 603&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bairro:&lt;/strong&gt; Centro &lt;strong&gt;Cidade:&lt;/strong&gt; Juiz de Fora-MG&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Telefone:&lt;/strong&gt; 32 3721-3853 &lt;strong&gt;E-mail:&lt;/strong&gt; igorufop@yahoo.com.br&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Página Profissional:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.minascolonial.blogspot.com/"&gt;http://www.minascolonial.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formação Acadêmica:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mestrando em História Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora; Fevereiro de 2011.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bacharelando em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora; Março de 2011.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Licenciado em História pela Universidade Federal de Ouro Preto; Julho de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bacharel em História pela Universidade Federal de Ouro Preto; julho de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Publicação de livros, artigos e jornais:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;CARVALHO, Igor Guedes de. Royal Society e o Ganso e a Grelha – Primórdios da Maçonaria Histórica. In: Revista Universo Maçônico - Nº 15. São Paulo:          Editora Domínio,  2011.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;_______. Segredos da Capela Rosslyn - os cavaleiros templários e a maçonaria.        In: Revista Universo Maçônico - Nº 13. São Paulo:          Editora Domínio,  2010.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;_______.Os segredos do Templo de Salomão - Primórdios da Maçonaria Lendária. In: Revista Universo Maçônico - Nº 12.         São Paulo-SP:          Editora Domínio,  2010.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;_______.As duas faces da Repúblicas - participação da maçonaria na formação da República brasileira. In: Revista Universo Maçônico - Nº 10. São Paulo: Editora Domínio, 2009. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;_______.  José Bonifácio - na intimidade do maçom. In: Revista Universo Maçônico - Nº 9. São Paulo: Editora Domínio, 2009.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;_______. A Maldição dos Quintanistas: São Paulo na vida e Obra de Álvares de Azevedo. In: Revista Acervos Literários – V.4 – Nº 3 Mariana: Associação Acervos Literários, 2004. (ISSN 1678 3727)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______. Literatura e História: Reflexões sobre a historiografia nacional. In: Revista Acervos Literários – V.4 – Nº 4 Mariana: Associação Acervos Literários, 2004. (ISSN 1678 3727)&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Publicação em Anais de Congressos&lt;/p&gt;CARVALHO, Igor Guedes de. Iconografia e Iconologia das Cédulas: fim do Império e formação da República através do papel moeda. In: Anais Eletrônicos XIV Encontro regional de História (ANPUH-MG). Juiz de Fora: 25 a 30 de Julho de 2004.&lt;p&gt;_______. Análise iconográfica e iconológica das cédulas: fim do Império e formação da República através do papel moeda. In: Anais Eletrônicos SIC UFOP. Ouro Preto-MG: 22 a 24 de Novembro de 2004&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas de estudo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Bolsista de iniciação científica do programa PIP/UFOP no projeto: Batalha de Símbolos: estudo iconográfico e iconológico das cédulas de 1868 e 1897, orientado pela Prof ª Dr ª Andréa Lisly Gonçalves, com carga horária mensal de 80 (oitenta) horas, no período de 01/08/2003 a 31/07/2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Bolsista do Programa de Monitoria da Universidade Federal de Ouro Preto vinculado à disciplina História Moderna, durante o primeiro semestre letivo de 2003, com carga horária de 48 (quarenta e oito) horas mensais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Bolsista do Programa de Atividades Acadêmicas – Pro-Ativa, da Universidade Federal de Ouro Preto no projeto: Implementação de Home-Page e suporte técnico aos computadores do DEHIS, durante o primeiro e segundo semestres letivos de 2002, com carga horária de 48 (quarenta e oito) horas mensais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apresentação em Congressos, Palestras e Eventos:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;· Oficina de História: História Social da Feitiçaria no século XVIII em Minas Gerais promovida pelo Departamento de História do Centro de Ensino Superior. Juiz de Fora: Novembro de 2010&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;· Mesa Redonda: Ultra-Romantismo no Brasil. durante o III Encontro da Associação Acervos Literários promovido pela Associação Acervos Literários. Mariana: Junho de 2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Comunicação da Pesquisa: Análise Iconográfica e Iconológica das Cédulas:Fim do Império e Formação da República através do papel moeda. durante o XII Seminário de Iniciação Cientifica promovido pela Universidade Federal de Ouro Preto. Ouro Preto: 22 a 24 de Novembro de 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Comunicação da Pesquisa: Análise Iconográfica e Iconológica das Cédulas:Fim do Império e Formação da República através do papel moeda. durante o XIV Encontro Regional de História promovido pela ANPUH. Juiz de Fora: 25 a 30 de Julho de 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Comunicação da Pesquisa: O Cotidiano e o Demônio durante a I Semana de Atividades Acadêmicas promovido pela Universidade Federal de Ouro Preto. Mariana: 14 a 18 de Junho de 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participação em Pesquisa de Centros de Estudos Acadêmicos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Pesquisador voluntário em Literatura Brasileira junto ao Centro de Estudos Literários Luso-Brasileiros (CELLB) vinculado ao Departamento de Letras da Universidade Federal de Ouro Preto de Junho de 2003 a Julho de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Pesquisador do Núcleo de Estudos Aplicados e Sóciopolíticos Comparados (NEASPOC) vinculado ao Departamento de História da Universidade Federal de Ouro Preto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outros cursos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;· Curso de Astrofísica do Sistema Solar pelo Observatório Nacional (ON), Instituto de  pesquisas do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT-Brasil) de 120  horas-aula entre os meses de Março e Dezembro de 2009.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;· Curso Iniciando um Pequeno Grande Negócio pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no período de 18 de Maio a  19 de Junho de 2009, com carga horária&lt;br /&gt;equivalente a 16 horas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;· Curso de Cosmologia pelo Observatório Nacional (ON), Instituto de pesquisas do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT-Brasil) de 120 horas-aula entre os meses de Março e Dezembro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Curso Básico de Informática (Excel, Word, Access e Power Point) pela People Computação em Muriaé-MG , entre os meses de Março e Julho 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Experiência profissional:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Função: Professor efetivo de História Empresa: E. E. Prof. José Freire Período: 6 meses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Função: Coordenador do GPD (Grupo de Desenvolvimento Profissional) Árvores do Futuro Empresa: E. E. Benjamim Guimarães&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Função: Professor efetivo de História Empresa: E. E. Benjamim Guimarães Período: 3 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Função: Professor de História Empresa: CEJEN – Rede Pitágoras de Bom Sucesso-MG Período: 2 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Função: Webdesigner Empresa: Associação Acervos Literários - MG Período: 1 ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Função: Auxiliar de Serviços Gerais Empresa: Unimed Muriaé Período: 1 ano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Outras informações:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idealizador e coordenador do projeto “Litoral Trekking” que recebe apoio oficial da marca Deuter.&lt;br /&gt;Site: www.litoraltrek.blogspot.com/&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Currículo Lattes:&lt;/span&gt; &lt;span class="texto"&gt;&lt;i&gt;http://lattes.cnpq.br/2239277333233380&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4134019345524532119-5024260599536407603?l=minascolonial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://minascolonial.blogspot.com/feeds/5024260599536407603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/01/curriculum-vitae.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/5024260599536407603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4134019345524532119/posts/default/5024260599536407603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://minascolonial.blogspot.com/2009/01/curriculum-vitae.html' title='Curriculum Vitae de Igor Guedes de Carvalho'/><author><name>Igor Guedes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10039382378786372241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_ShRfTXpayh0/TDSCqwGJj8I/AAAAAAAABMI/saiuEMVXHSI/S220/igorrr.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
