No Órgão Oficial dos poderes do Estado de Minas Gerais publicado em Ouro Preto em 10 de Fevereiro de 1893 pode-se ler, na página 2 o seguinte:
"Guarda Nacional
Á Delegacia do Thesouro Federal, neste Estado, foram remettidas as patentes dos seguintes officiaes da Guarda Nacional:
Comarca de Palma
Dr. Matheus Nogueira da Gama, Firmo de Araújo Pereira, Bernardo Fernandes de Magalhães, João Guedes Pinto, Dr. Theophilo Tavares Paes Junior e José Francisco da Silveira Carvalho."
No mesmo Órgão Oficial ficamos sabendo na publicação do dia 3 de Maio de 1983, na página 4, que patente meu trisavô recebeu:
Guarda Nacional
"O Diario Official de ante hontem publica a nomeação da Guarda Nacional da comarca de Bomfim, Oliveira e Palma.
- Foi reformado no posto de Major o Capitão da Guarda Nacional da Comarca de Oliveira , Adolpho Ribeiro da Silva Castro
- Foram aggregados ao commando superior da Villa de Palma: tenente-coronel, José Francisco Silveira Machado, major João Guedes Pinto, Capitão Bernardo Francisco Magalhães, major dr. Magalhães Nogueira da Gama."
Seu irmão, Antônio Guedes Pinto, ao que parece, foi collector de rendas de Muriaé, também foi subdelegado e comprou a patente de tenente da Guarda Nacional.
Já o jornal O Pharol de Juiz de Fora de 26 de Dezembro de 1900 confirma, na página 2, uma informação que me deixa extremamente feliz:
"Está se construindo em Cysneiro uma capella de N. S. da Conceição. As obras estão sendo executadas com presteza, devido aos esforços do Dr. Bernardo da Costa Reis e das commissões que também tem muito contribuído para que em Cysneiro se veja, em breve, um templo sob a invocação da SS. Virgem. A imagem da padroeira da Capella acha-se depositada em casa do sr. major J. Guedes Pinto. É em cedro e muito perfeita, mede 1 metro 65 centímetros de altura custou 1.000$000 e foi offerecida pela exma família do sr. dr. B. Costa Reis, bem como diversas toalhas de linho para o altar, uma rica alva, corporaes, amictos e algumas ricas palmas e ramalhetes de flores artificiaes."
O senhor Targínio Pereira da Silva envia ao jornal O Pharol em 25 de Março de 1915 e também para a Gazeta de Leopoldina gentis e elogiosas palavras ao meu trisavô o major João Guedes Pinto:
O Jornal "O Leopoldinense" de 15 de Outubro de 1882 trouxe a seguinte notícia:
"Tapirussú
Em um dos dias da semana que decorreu de 17 a 24 do corrente entre um hespanhol e um portuguez resultando aquele disparar sobre este dous tiros. O crime deu-se junto a barca do Rio Pomba, em terras pertencentes ao Sr. Capitão José da Costa Mattos que não só apartou os contendores como encarregou-se do tratamento do offendido. O offensor logrou evadir-se."
E meu tetravô, além de por fim ao conflito, no mesmo recorte de jornal, ainda noticia o batismo do neto:
Philantropia - no dia 23 o Reverendíssimo Padre Manoel Lopes Monteiro, baptisou um recem-nascido, filho de J. Guedes Pinto, negociante estabelecido no arrayal de Tapirussu, ao qual pôz o nome de Albucassis, por assim lhe exigirem os padrinhos, assistentes ao acto, o sr. Pedro Renaut e sua exma. esposa a senhora D. Balbina de Magalhães Renaut.
Nesta occasião o Sr. José da Costa Mattos (avô do baptizando) entregou a carta de liberdade a sua escrava Anna, parda, para commemorar o acto celebrado, deixando assim transparecer os nobres sentimentos, de que é dotado seu benéfico coração.
O Jornal O Mediador de 6 de setembro de1896 mostra um conflito com seu concunhado:
![]() |




